sábado, 10 de março de 2012

Grupo hacker Anonymous ataca site do Vaticano em protesto contra doutrinas da Igreja Católica

Grupo hacker Anonymous ataca site do Vaticano em protesto contra doutrinas da Igreja CatólicaO grupo de hackers conhecido como Anonymous ganhou espaço na mídia depois dos ataques feitos contra empresas e governos em protesto contra leis que poderiam controlar o conteúdo da internet. Essa semana o grupo direcionou seus protestos contra a Igreja Católica, em um ataque que tirou o site do Vaticano do ar.
Logo após o site do Vaticano ficar indisponível o grupo reivindicou o ataque, afirmando que é um protesto contra a Igreja Católica por causa das doutrinas adotadas pela instituição religiosa.
“Hoje, o Anonymous decidiu colocar sob ataque vosso site em resposta à doutrina, à liturgia e aos preceitos absurdos e anacrónicos que a vossa organização, com o objetivo de lucro, propaga e difunde no mundo”, afirmou o grupo em um comunicado, acusando a igreja de usar a fé para obter lucros.
O Anonymous também acusa a Igreja Católica de ter “negado teorias universais aceites como válidas ou plausíveis” e de ser “responsável pela escravidão de populações inteiras, usando como pretexto da missão de evangelização”. De acordo com a agência ANSA, o grupo criticou também os casos de pedofilia envolvendo padres e classificou como retrógrada a posição do Vaticano contra o aborto e contra o uso do preservativo.
O grupo criticou ainda a tolerância do governo italiano com a igreja afirmando: “Vocês têm imóveis e atividades comerciais no valor de bilhões de euros, sobre os quais têm fortes isenções fiscais”. E afirmou: “Esperamos vivamente que o Tratado de Latrão (acordo diplomático entre a Itália e a Santa Sé) termine num futuro próximo e que seja relegado ao que é, uma relíquia dos tempos que se foram”.
Em seu comunicado o grupo hacker enfatizou que o ataque “não é contra a religião ou contra os fiéis em todo o mundo, mas contra a corrupta Igreja Romana Apostólica”.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Esta proximo o chip

retirado do site da mastercard, e tire voce suas conclusoes com a imagem

1° homem brasileiro a usar o chip

video um pouco antigo mas valido

O chip cada vez mais real

RFID NOTÍCIAS

Fabricante de Chip Brasileira Anuncia Chip EPC UHF

A CEITEC espera que as tags fabricadas com o novo CI, que tem 1 kilobit de memória, esteja disponível em meados de 2012.
outubro 20, 2011 - Por Claire Swedberg

Tendo recentemente completado os testes de seu novo Chip RFID EPC Gen 2 passivo, o CTC 1300, a CEITEC — uma empresa brasileira de semicondutores financiada pelo governo — estima que as tags fabricadas com esse novo chip estarão comercialmente disponíveis em junho de 2012, de acordo com Marcelo Soares Lubaszewski, superintendente de design e relações institucionais da CEITEC.

Centro de Excelência em RFID (CoE) da Hewlett-Packard (HP), uma instalação de pesquisa e desenvolvimento localizada em São Paulo, Brasil, realizou os testes, que seguiram uma colaboração de dois anos entre a CEITEC e o Centro de Excelência em RFID da HP para desenvolver o chip. De acordo com Alexandre Quinze, diretor sênior de pesquisa, desenvolvimento e TI do CoE, o chip UHF foi projetado para oferecer a mesma funcionalidade de outros chips EPC UHF no mercado e transmitir nas bandas de 902,250; 915,250 e 927,250 MHz, a fim de atender à demanda por esses chips no Brasil e em outros lugares em todo o mundo.

Para testar o CTC 13000, uma tag RFID feita com o chip é montada em um suporte e colocada em uma câmara anecóica.

"O CoE tem trabalhado de perto com a CEITEC pelos últimos 2 anos para cooperar e ajudá-los a desenvolver o chip", afirma Quinze. "Este é um extenso esforço técnico conjunto". 


Alexandre Quinze, do Coe da HP
O chip contém 1 kilobit de memória, com 512 bits disponíveis como memória do usuário e 240 bits dedicados ao número do Código Eletrônico do Produto (EPC). O alcance de leitura é de aproximadamente 4 metros para leitura ou gravação da tag, diz Lubaszewski, enquanto a faixa operacional de temperatura é de –40˚C a +85˚C. 

"O plano é começar a produção em massa (dos chips) em março de 2012", explica Lubaszewski. "Estamos em contato com potenciais parceiros no Brasil e em todo o mundo, mas nenhuma decisão final foi tomada ainda".

segunda-feira, 31 de maio de 2010


 Historia do cristianismo, muito bom livro paraEdificacao e pesquisas : http://www.4shared.com/document/boOjMZx1/_-_a_knight_e_w_anglin_-_a_his.html

sábado, 29 de maio de 2010

O Espírito Santo e missões na igreja primitiva

O Espírito Santo e missões
na igreja primitiva

Atos 1: 1-8



O período em que a igreja cristã viveu seu maior crescimento foi o do primeiro século de nossa era.
Ali começou o movimento de missões.

Os oito primeiros capítulos do livro de Atos dos Apóstolos explicam a razão desse crescimento. Os discípulos deveriam estar revestidos de poder, v. 4, antes de sair para alcançar as nações com o Evangelho.

Em Atos 1: 8 encontramos a base e a amplitude do plano de Deus para que a igreja executasse missões. Focalizaremos neste artigo a igreja primitiva e a obra missionária.


I - A IGREJA ESTABELECIDA EM JERUSALÉM,
Atos 1 a 6

A igreja nasceu em Jerusalém e seus membros se estruturaram para dar continuidade à obra de Jesus. Assim, três aspectos foram observados por essa igreja:

a) Visão mundial, At 1 - O desafio de Jesus é global, v. 8, e não existe distinção entre missões mundiais, nacionais ou evangelismo local. Todos são vitais e um não pode excluir o outro. Tudo faz parte da grande comissão, Mt 28: 18-20. A partir de então, tornou-se claro para os discípulos que o movimento da igreja não deveria ser apenas em Jerusalém, mas também fora de seus limites.

b) Poder, At 2 - A incumbência que Jesus havia dado aos discípulos de levar o evangelho ao mundo inteiro parecia uma tarefa difícil. E, de fato, teria sido, se o derramar do Espírito Santo não tivesse acontecido, At 2: 1-3. Em poucos dias, aquele grupo de cento e vinte pessoas tornou-se uma multidão de salvos, At 2: 41; 4: 4 e 5: 14.

c) Envolvimento total, At 5 e 6 - A igreja de Jerusalém era uma família, de modo que as necessidades de cada irmão eram supridas e havia cooperação de todos os membros para ajudar os apóstolos, At 6: 1-3. Instituíram o diaconato, escolhendo para tal função homens que deveriam possuir três requisitos básicos: bom testemunho (aspecto social), serem cheios do Espírito Santo (aspecto espiritual) e de sabedoria (aspecto intelectual). Para os apóstolos ficaram reservadas a prática da oração e da pregação da Palavra, At 6: 4. Toda a igreja era, então, completamente envolvida com a obra de Deus.

II - A IGREJA ESPALHADA, At 7 a 12

A perseguição foi o instrumento usado por Deus para desaglutinar a igreja de Jerusalém e alcançar outros povos.

a) Jerusalém e Judéia - A igreja inicialmente se concentrou em Jerusalém. Entretanto, Deus estava firme em seu propósito de levar a bênção do Evangelho às outras regiões e, por fim, a todas as nações. Ocorreu então que, com a perseguição vinda diretamente contra a igreja de Jerusalém, os que foram dispersos começaram a pregar em toda parte por onde passavam, At 8: 1, 4 e 5: 11, 19, 20 e 13: 46, 47. Com a morte de Estêvão, At 6 e 7, as testemunhas de Jesus foram espalhadas.

b) Samaria - Felipe prega em Samaria, At 8: 4-8, e em missão transcultural prega ao etíope, um alto oficial da rainha de Candace, que crê e pede para ser batizado naquele mesmo dia, At 8: 26, 28-36 e 39. A história indica que aquele etíope pode ter preparado o caminho para o posterior estabelecimento de milhares de igrejas no longínquo vale do Nilo, na África.

c) Gentio romano - Pedro prega para Cornélio, um centurião romano. Foi difícil para Pedro, ainda que cheio do Espírito Santo, aceitar a conversão de um gentio. Mas, após uma visão, entendeu que Deus não faz acepção de pessoas, At 10: 9, 23, 34 e 35

d) “até os confins da terra” - Saulo, escolhido por Deus para levar a mensagem aos gentios, At 9: 15, 16, cumpre com êxito a sua tarefa. Em pouco mais de dez anos, e em três viagens missionárias, ele estabelece a igreja em quatro províncias do Império Romano: Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia, At 13: 2, 14: 28, 15: 40, 18: 23 e 21: 17.

III - A IGREJA ENVIANDO, At 13 e 14

A expressão “...até os confins da terra” já não parecia uma utopia; tornou-se realidade. A Igreja de Antioquia foi a primeira no envio de missionários. Podemos aprender muito através de seu exemplo:

a) Colaboração, At 13: 1-3 - Em Antioquia, temos o verdadeiro início de missões. Naquela igreja havia profetas e mestres: Lúcio de Cirene, Simão Níger, Manaém, Saulo e Barnabé, v. 1. Nenhum deles era natural de Antioquia; todos eram estrangeiros. Numa reunião de oração, em Antioquia, quando a igreja estava orando e jejuando, Deus separou dois deles para a obra missionária. Os três que ficaram podem ser chamados de colaboradores. Eles representam a igreja que ficou na retaguarda. Os dois que foram enviados representam os missionários. Notemos que eles foram enviados por Deus e pela igreja, vv. 2 e 3.

b) Comunicação, At 14: 27, 28 - Paulo e Barnabé seguem em frente, sempre dando relatórios de seu trabalho à igreja que ficou na retaguarda, orando e sustentando-os com suas ofertas. Por onde passaram, deixaram a semente da Palavra e outros irmãos foram também chamados a colaborar. Assim, a obra cresceu ao ponto de Paulo poder dizer que o evangelho fora pregado a toda a criatura debaixo do céu, Cl 1: 23.



Concluindo, veja o valor da tarefa evangelizadora assumida pela igreja primitiva e a importância de manter bem informados daquilo que estão realizando tanto os irmãos que sustentam os missionários como as igrejas e entidades que os enviaram. É pregando o Evangelho que vamos alargando as fronteiras do Reino de Deus e arrancando vidas das mãos do diabo.
Verdades missionárias

Vale a pena memorizar estas reflexões sobre missões:

*

“[Irei] a qualquer lugar, contanto que seja para frente” (David Livingstone)
*

“Tenta grandes coisas para Deus e espera grandes coisas de Deus”(Guilherme Carey)
*

“O melhor remédio para a igreja enferma é pô-la em dieta missionária” (David Brainerd)
*

“A Igreja que deixa de ser evangelística, em breve deixa de ser evangélica” (Alexandre Duff)





Fonte:
Revista de Estudos Bíblicos Aleluia

Direitos autorais
Este artigo pode ser reproduzido livremente para fins pessoais,
sendo, porém, vedada sua publicação sem autorização formal da Editora Aleluia.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Não podemos cometer o mesmo erro

O telepastor aprendiz do Valter Mercado e vendedor de consórcios Marco Feliciano não se enxerga mesmo! Crendo-se talvez a última coca-cola quente do deserto, o menino de Orlândia e candidato à candidato à deputado federal (hein?!), solta uma pérola do tamanho da sua soberba.

Após orar por uma irmã, o célebre pastor e dono da Kakeka concluiu dizendo à Deus: "Aqui quem fala é Marco Feliciano!" Assista o vídeo:




Caramba! No meu tempo de crente, a gente costumava terminar as oraçoes dizendo: "Eu te peço em nome de Jesus", e ao fazê-lo declaravamos à Deus que não esperavamos receber nada confiando em nossos próprios méritos, nem em nossa justiça (a qual é como um trapo imundo para Deus - Isaías 64.6). No entanto, parece que o neognóstico e vendedor de indulgências pastor descobriu uma forma mais eficaz de se aproximar de Deus. Desprezando totalmente o triunfo da cruz, o vendedor de milagres à 7 reais se exalta à categoria de SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE e mediador entre Deus e os homens.

Que os crentes, principalmente os irmãos pentecostais, abram seus olhos e deixem de dar ouvidos à este herege, o qual em breve será abatido em sua soberba. Quem declara é a Bíblia sagrada:


A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda
O coração do homem se exalta antes de ser abatido...

(Provérbios 16.18 e 18.12)



***
Postou Leonardo Gonçalves, indignado com a postura destes pastores gnósticos, no Púlpito Cristão

terça-feira, 30 de março de 2010

VAMOS LER A BÍBLIA


O Concurso

VAMOS LER A BÍBLIA é um concurso que tem como principal objetivo, estimular as pessoas a lerem a Bíblia toda em 300 (trezentos) dias, de 01 de Abril 2010 a 25 de Janeiro de 2011.
Para isso, vamos dar prêmios aos participantes que responderem corretamente a maior quantidade de perguntas referentes aos textos bíblicos lidos ao longo do ano.
Haverá um Calendário de Leitura bíblica diária, que deverá ser acompanhado por todos os participantes.
Os participantes deverão ler 4 capítulos bíblicos por dia, ou seja, apenas 15 minutos de leitura aproximadamente.
Serão realizadas 10 (dez) provas ao longo do concurso, contendo 20 (vinte) perguntas de múltipla escolha cada.
Os 3 (três) primeiros colocados de cada prova vão ganhar Bíblias e Livros da Hagnos e Cds do Novo Testamento da SBB.
Os 3 (três) que acumularem mais pontos entre as provas 1 e 5, e entre a provas 6 e 10, concorrem ainda a mais 3 prêmios, (Máquina fotográfica digital, Mp4 Player, Mp3 Player).
E ao final do concurso, o participante que acumular mais pontos ganhará um Notebook.
Não perca esta oportunidade de ler o maior de todos os livros e ainda concorrer a prêmios, inscreva-se já e participe!
Por favor, leiam todo o conteúdo do site para tirarem eventuais dúvidas, ok? Em persistindo as dúvidas, por favor nos envie e-mail pela página de Contato.

Jesus morreu para você ter um carro novo

Pastor Cornelius e alguns dos presentes de páscoa que sua igreja irá distribuir este ano.

A igreja Bay Area Fellowship, de Corpus Christi, Texas, está oferecendo TVs de LCD, guitarras Fender, iPods, mobília para a casa e 15 carros nos cultos de Páscoa este ano. Além disso, entregará 15.000 cestas com vale-presentes no valor de 300 dólares cada. Os presentes são uma metáfora para ilustrar a mensagem do pastor da igreja, Bil Cornelius, no que ele chama de "presente definitivo". Assim como os presentes não custam nada para os ganhadores, ir para o céu também é grátis. Porém, é importante lembrar que alguém teve de pagar por todos os prêmios, pois Jesus também pagou pelos pecados das pessoas.

“O presente definitivo é que Jesus deu sua vida por nós", disse Cornelius. "Quando pensamos sobre o espírito de generosidade, sempre é na época do Natal. Mas na verdade o máximo do espírito de generosidade é a Páscoa."

A igreja, que tem frequência média entre 15 e 20 mil pessoas, investiu 4.5 milhões de dólares para a premiação. Todas as pessoas maiores de 16 anos que forem aos cultos esta semana poderão concorrer. Com essa iniciativa, a igreja espera dobrar a frequência nos cultos. Entre os 15 carros, todos usados mas com pouca quilometragem, estão marcas como Audi, Jeep, Mazda, BMW, Jaguar e o Mitsubishi da foto acima.

O alvo é atrair pessoas "sem igreja" ou que por algum motivo estão afastadas. George Moore, membro da igreja e um dos coordenadores da ação declarou: "Esperamos que os ganhadores sejam pessoas que nunca foram a uma igreja antes, ou talvez alguém que esteja lutando com algum tipo de vício ou que tenha algum problema, como um divórcio. O que desejamos é animar essas pessoas.”

Fonte: Caller.com
E alguns ainda acham que o grande inimigo da mensagem na época de Páscoa é o coelhinho.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Vida nada mole vida


sábado, 13 de fevereiro de 2010


Que venha a perseguição!


Por Ariovaldo Jr


Bom mesmo é quando a igreja é perseguida a ponto de não poder alugar um prédio. Pra começar não ficamos preocupados durante todo o mês com a arrecadação de dízimos e ofertas. Não haveriam despesas fixas tão asfixiantes. Não seria preciso usar Malaquias fora de contexto para forçar as pessoas a ofertarem por medo do devorador.

Não incomodaríamos nossos vizinhos com os ensaios do louvor. Não teríamos a “dona Maria” reclamando todos os sábados a noite do barulho bem na hora do Jornal Nacional. E o pior é que eles tem razão em reclamar. “Graças a Deus” eu não moro vizinho de minha própria igreja. Deve ser muito bom poder louvar a Deus apenas com sussurros. Não sei se a maioria das pessoas já parou para imaginar que isso é totalmente possível.

Bom mesmo é quando não precisamos investir em decoração e multimídia valores exorbitantes e muitas vezes superiores ao que gastamos com pessoas. É muito bom quando precisamos que cada um traga uma cadeira de casa. É muito bom quando somos poucos e não é necessário ar-condicionado. Basta ligar um ventilador, ou mudar o culto para outro local mais fresco.

Bom mesmo é quando não podemos pagar a ninguém para ficar por conta do “rebanho”. Todos compartilhariam da responsabilidade de cuidar de seus irmãos. E se algum irmão for “separado” para a dedicação exclusiva no ministério, poderíamos compartilhar com ele apenas suas necessidades básicas e na medida de nossas possibilidades. Cada prato de comida teria um sabor especial para quem o recebe. Seria muito diferente de poder comprar sua própria comida. Servir ao ministério seria de fato um ato de renúncia.

Bom é quando não podemos usar microfones e, então, precisamos falar do evangelho no mesmo volume dos ouvintes. Então a pregação se torna viva e participativa. Acabam-se as circunstâncias em que ficamos horas e horas seguidas ouvindo alguém falar de cima de um palco. Se não conseguimos prestar atenção em quem berra num microfone, é por que o assunto deve ser realmente desinteressante. Mas por que será que preferimos culpar as pessoas ou o “espírito de distração” por nossa irrelevância?

Bom é quando nossa casa não pode ser referência de reunião, sob risco de sermos presos. Bom é quando nossa vida não pode se tornar referência de conduta, sob risco de sermos mortos. Fica tão mais fácil discernir quem é ou não discípulo de Jesus. Poucos se arriscariam fingindo ser crente sob o risco constante de ser perseguido. Não seria necessário gastar palavras em pregações combatendo a religiosidade do povo.

Bom mesmo é ser crente em países muçulmanos.

Eu disse que estas coisas todas são boas. Não disse que eram fáceis!


***
Fonte: Ariovaldo Jr.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Lista dos países que mais perseguem a religião

Lista dos países que mais perseguem a religião
Por Renato Cavallera em sabado, 09 janeiro 2010

A Portas Abertas divulga neste mês a lista dos 50 países que foram mais intolerantes ao cristianismo em 2009. O objetivo é informar a reação dos países ao evangelho e acompanhar aqueles em que a perseguição está se tornando mais intensa. A Coréia do Norte continua em primeiro lugar.

A Classificação de países por perseguição é uma lista na qual os países são classificados segundo o grau de intolerância para com o cristianismo. A lista é feita a partir de um questionário de 50 perguntas, desenvolvido especificamente para cobrir os diversos aspectos da liberdade religiosa. Uma pontuação é dada de acordo com cada resposta. O número total de pontos determina a posição de cada país na Classificação.

Os dez primeiros

Na primeira posição da Classificação de países por perseguição de 2010 está novamente a Coreia do Norte. No país, atividades religiosas são consideradas uma afronta aos princípios socialistas que imperam. O país ocupa a primeira posição da lista, como o lugar mais intolerante ao cristianismo, desde 2002.

Em 2010, o Irã assumiu o 2º lugar, tomando a posição que a Arábia Saudita ocupou durante oito anos. O reino saudita foi para a 3ª colocação. Apesar de ter descido uma posição, a opressão à Igreja no país não mudou – o fato foi que a perseguição no Irã se tornou mais intensa do que na Arábia Saudita.

A Somália subiu para a 4ª posição como consequência dos ataques que a pequena comunidade cristã sofreu durante o ano. O islamismo é imposto por grupos terroristas no país, e os seguidores de Cristo têm de praticar sua fé em segredo.

O islamismo também é a religião oficial nas Maldivas, Afeganistão, Iêmen e Mauritânia, países que ocupam o 5º, 6º, 7º, e 8º lugar, respectivamente.

A Mauritânia é nova entre os dez primeiros. Ao longo de 2009, a situação no país deteriorou gravemente. Em junho, um agente de ajuda humanitária cristão foi assassinado. No mês seguinte, 35 cristãos mauritanos foram presos e torturados, e, em agosto, 150 cristãos da região foram presos.

O Laos caiu da 8ª para a 9ª posição, mas não houve melhora na situação da liberdade religiosa no país. A atitude do governo quanto à Igreja é negativa e restritiva, e os cristãos vivem sob vigilância, pois são considerados agentes ocidentais encarregados de transformar o país em uma democracia. Mas, apesar disso, a Igreja laosiana continua a crescer.

A liberdade religiosa no Uzbequistão, que permanece na 10ª posição, piorou ao longo de 2009. Muitos cristãos foram presos, multados, interrogados e submetidos a abusos físico e mental. Os familiares de convertidos ao cristianismo geralmente usam de força bruta para fazê-los voltar ao islamismo.

Onde a situação piorou

A situação dos cristãos deteriorou no Azerbaijão, Quirguistão, Tadjiquistão, Tunísia e Vietnã.

No Azerbaijão e no Tadjiquistão, foram aprovadas leis repressivas que controlam a liberdade religiosa. No primeiro país, a lei favorece claramente a comunidade islâmica, enquanto no segundo, ela atinge negativamente todos os grupos religiosos.

Na Tunísia, o controle imposto pelo governo por ocasião das eleições presidenciais influenciou de maneira negativa a situação da Igreja no país.

O Quirguistão, novo na lista, tem visto o islamismo influenciar cada vez mais a vida política e cotidiana da nação. Por conta de uma nova lei religiosa, a oposição aumentou contra os cristãos.

No Vietnã, fiéis e governo se confrontaram por causa de templos que foram ilicitamente confiscados.

Onde a repressão diminuiu

Foram registrados poucos casos de perseguição na Argélia, Índia, Indonésia, Jordânia e Sri Lanka.

A Argélia se rendeu à pressão da mídia internacional, que criticou a hostilidade do governo argelino contra a Igreja em 2008. No entanto, líderes cristãos sentem que a oposição pode voltar a qualquer momento.

A ausência de violência em grande escala na Índia fez com que o país descesse algumas posições na Classificação. Houve menos registros de mortes, agressões e destruições em 2009.

A presente Classificação de países por perseguição foi produzida com base em eventos decorridos entre 1º de novembro de 2008 e 31 de outubro de 2009. Portanto, os meses de novembro e dezembro de 2009 não foram considerados para esta edição.

Para saber mais, acesse a página especial

Fonte: Missão Portas Abertas / Gospel+
Via: Folha Gospel

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Misericordia

Estava eu procurando o significado da palavra misericordia no latim e ate o momento nenhuma tinha me agradado mas qnd vi essa definicao mexeu muito com meu coração pq foi a melhor resposta que ja vi ate hj em minha vida, sobre misericordia, e nao foi um texto ou um capitulo ou livro inteiro forao poucas palavras que me fizerao refletir muito

Miseri - Sofrimento
Cordis - Coração.

Literalmente significa coração sofredor. Muitos de nós desconhecemos o sentido real dessa palavra, pois quando pedimos misericórdia a Deus estamos pedindo p/ que Ele sofra conosco.

Ela representa tudo que Deus fez por nós, tudo em nossa vida. Sem ela nunca poderíamos ter acesso a salvação que Jesus nos ofereceu.


Felicidades

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Cegueira Espiritual - HAITI E O VODU

Esse é um artigo um pouco antigo de forte impacto, pois envolve perigosamente o mundo espiritual e a ignorancia do povo que é levado por promessas falças e uma ilusão encima de um povo pobre espiritualmente. A realidade desse povo nos mostra uma face " oculta " e ao mesmo tempo descarada do catolicismo, onde a cegueira espiritual não deixa que a população veja tamanha aberração a que estão sugeitos.


1/5/2003 09:43:37
Haiti oficializa o Vudu

Por Redação com BBC - de Porto do Príncipe

O vudu foi oficializado no Haiti, com mesmo status de outras religiões praticadas no país. A decisão tomada recentemente pelo presidente Jean-Bertrand Aristide, que é católico, significa que cerimônias do ritual vudu, como casamentos, têm o mesmo valor das católicas. O vudu vem sendo praticado no Haiti desde o fim do século 18, e a mistura de deuses e deusas com santos católicos é parte integral da vida no país. Uma definição popular diz que 70% dos haitianos são católicos, 30% são protestantes e 100% seguem vudu. - Sempre fomos a maioria no Haiti e nunca foi ilegal a prática do vudu - disse Mambu Racine Sumbu, uma sacerdotisa americana que pratica o vudu no Haiti há 15 anos. - O que o presidente Aristide fez por nós, e somos muito gratos, foi tornar mais fácil a obtenção do status necessário para que as cerimônias religiosas tenham valor legalm - explicou, em entrevista à BBC. O vudu adquiriu má reputação internacional durante a ditadura do físico e praticante do vudu, François 'Papa Doc' Duvalier, e de seu filho, Jean Claude, também conhecido como 'Baby Doc'. 'Papa Doc' reclamava o "crédito" pela morte do presidente dos Estados Unidos John Kennedy, por ter jogado uma praga no americano. O ex-presidente americano Jimmy Carter condenou o regime de Duvalier por usar o vudu para reprimir o povo haitiano. A sacerdotisa Sumbu disse que o uso apropriado do vudu não tinha nada a ver com repressão. - Boa parte da imagem que as pessoas têm do Haiti está baseada em propaganda contra o vudu - disse ela. Segundo ela, mais de 90% da população pratica o vudu. - Esperamos agora obter fundos para criar nossas próprias escolas e hospitais. (A oficialização) foi o primeiro passo - observou. Para Leslie Griffiths, ex-diretor da Igreja Metodista Britânica e conhecido especialista em vudu, a decisão é bem-vinda. - Vudu faz parte do ar que os haitianos respiram. Ao contrário do que podem pensar fiéis ocidentais, não é de todo ruim - disse. - Há excessos cometidos em nome do vudu que todo mundo condena, incluindo alguns seguidores do vudu. Mas no geral, não é incomum para as pessoas freqüentarem tanto o mundo do vudu quanto o mundo do catolicismo - observou. Ele criticou a visão estereotipada do vudu como um tipo de culto de magia negra. - Francamente as pessoas devem se desiludir dessa visão de Hollywood - disse. - Pelo menos 95% do vudu é simplesmente invocar os espíritos para ajudar as pessoas a sobreviverem no que é, muitas vezes, uma vida muito difícil, e algumas vezes aplacar e acalmar o que é às vezes um deus muito distante. Para o especialista, a mística em torno do vudu existe porque a religião não era oficial. - Agora que receberam uma posição oficial, o quanto eles vão contribuir? Quais as atitudes sociais que vão desenvolver? - indagou.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Um breve estudo sobre Soberania

A Extensão da Soberania de Deus

por

Gordon Lyons


O governo ou domínio soberano de Deus é universal, absoluto e imutável (ou inalterável). Nós podemos sumarizar estes aspectos mais plenamente da seguinte forma:


1. Soberania Universal

A soberania de Deus é universal. Ela se estende sobre toda a sua criação; animada e inanimada e da mais alta forma de criatura vivente até a mais baixa. No reino das criaturas vivas, Deus exerce poder sobre anjos, humanidade e animais inferiores. Nenhum pardal cair sem a vontade de nosso Pai que está no céu.

Para este fim, o Senhor Jesus disse:

Mateus 10:29-31

Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados. Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais. (Veja vv.16-33; cf. v.30 com Lucas 21:18)

Novamente, está escrito:

Salmo 103:19

O SENHOR tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo.

Daniel 4:17

Esta sentença é por decreto dos vigiadores, e esta ordem, por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens; e os dá a quem quer e até ao mais baixo dos homens constitui sobre eles.


2. Soberania Absoluta

A soberania de Deus é absoluta. Sua autoridade é perfeita em sua administração; ela é exercida a partir da sabedoria infinita de Deus, e é suprema na extensão de seu poder, glória e domínio. Nenhum limite pode, e nem será, posto no lugar da autoridade, poder ou controle soberano de Deus. No avanço de Seus propósitos e planos eternos, o SENHOR age como Lhe agrada com os habitantes dos céus e entre os moradores da terra. Nada em toda a criação é capaz de resistir à vontade de Deus, ou frustrar os Seus propósitos seja por meio de homens, super-homens, anjos, espíritos caídos ou maus, ou qualquer outra coisa.

Para este fim, a Escritura diz:

Isaías 14:24

Jurou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e, como determinei, assim se efetuará.

Daniel 4:34-35

Mas, ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o meu entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. E todos os moradores da terra são reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão e lhe diga: Que fazes?. (Veja vv.19-37)

3. Soberania Imutável

A soberania de Deus é imutável, Ela permanece inalteravelmente a mesma durante todo o tempo, e sob todas as circunstâncias. O governo e domínio soberano de Deus não podem ser ignorados; ele não pode ser rejeitado, e não pode ser frustrado ou impedido pela humanidade ou por qualquer outra coisa na criação. O poder e domínio soberano de Deus amarram todas as criaturas tão completamente quanto as leis físicas amarram o universo material. O que Deus decretou ou pré-ordenou deve inevitavelmente acontecer. [2]

Assim, a Escritura declara:

Salmos 33:10-11

O SENHOR frustra os desígnios das nações e anula os intentos dos povos. O conselho do SENHOR dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações.


Isaías 14:26-27

Este é o desígnio que se formou concernente a toda a terra; e esta é a mão que está estendida sobre todas as nações. Porque o SENHOR dos Exércitos o determinou; quem, pois, o invalidará? A sua mão está estendida; quem, pois, a fará voltar atrás?

Atos 4:28

Para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho tinham anteriormente determinado que se havia de fazer.

NOTAS:

[1] - Extraído de C. Hodge, Systematic Theology, Vol. 1 [Grand Rapids: Eerdmans, 1871, 1977 reprint], p. 440.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

U2 é uma banda Cristã?


970
U2 é uma banda Cristã?

O U2 tem uma carreira admirável no rock ‘n’ roll, tipo de música notório por recompensar artistas que cantam sobre coisas mais simples do que o mundo em que vivemos e o lugar que nele ocupamos.

A banda – ou, em alguns casos, apenas Bono, seu homem de frente – já desempenhou o papel de pop star, pária, filho pródigo e proselitista. Porém, ao longo de seus 30 anos de carreira, a espiritualidade do U2 nunca rotulou sua música como rock cristão – estigma considerado medíocre no circuito comercial da música. O U2 vem mantendo primorosamente tanto seu lado espiritual como seu lado laico – em proporções que não limitariam seu alcance de público.

Greg Garret, professor da Baylor University e autor do livro “We Get to Carry Each Other: The Gospel According to U2” (Nós temos que nos apoiar: o evangelho segundo o U2), afirma que o rock cristão se tornou uma frase tóxica no pop por uma boa razão: “Temos a arte cristã, onde a arte é menos importante do que seu lado cristão. As crenças do U2 são filtradas em seu trabalho, mas nem por isso essa é a razão principal para que eles façam música”.

A reverenda Genevieve Razim, pastora associada da Palmer Memorial Episcopal Church, é quem diz: “Em minha posição episcopal, meu palpite sempre foi de que o moderno e o cristão podem ser compatíveis; e o U2 confirmou isso para mim. São inúmeras as mensagens na mídia de que ser cristão é o mesmo que ser rígido e intolerante, e eis que vem essa banda de rock fazendo perguntas importantes e expressando sua fé”.

Sendo assim, há anos o U2 vem fazendo canções sobre paz, justiça, espiritualidade e mistérios, e sua maneira de fazê-las revela uma inclinação ao que é elevado – seja o uso de salmos no início de sua carreira até sua visão panorâmica do mundo nos dias de hoje.

É importante ressaltar que o som do U2 tem muito a ver com seu sucesso de longa data. A banda Creed, por exemplo, é incessantemente criticada por fazer música copiada. A música do U2, porém, apesar de constantes mudanças, sempre foi imediatamente identificada como sendo única: seja a voz, os efeitos de guitarra ou a marcha militar da percussão. Como a música de Johnny Cash ou Nusrat Fateh Ali Khan, o som do U2, além de espiritual, é uma constante celebração (salvo algumas vezes em que mostra indignação), ao mesmo tempo em que atravessa limitações que alguns venham a encontrar em sua fé.

Fé particular

A arte de qualidade – seja ela religiosa ou não – deve ser imbuída de uma experiência reveladora para aqueles que a testemunham e a consomem.

Ainda assim, o U2 guarda uma relação tênue com o cristianismo. Os integrantes da banda são de uma época de sangrento conflito religioso em seu país de origem, a Irlanda. Três deles – Bono, o guitarrista The Edge e o baterista Larry Mullen Jr. – eram membros de uma comunidade cristã em Dublin que, segundo consta no livro de Garrett, os levou a acreditar que a vida no rock e a vida seguindo aquela fé não seriam compatíveis.

Garret questiona: “O que você faz quando é ferido pela instituição, mas ainda ama Deus?”

Uma reação é abandonar aquela instituição e começar sua própria. De certa forma, foi o que o U2 fez – apresentando ao público uma fé particular. A outra é tentar consertar a instituição já existente, que é o que Bono vem tentando fazer recentemente, proferindo palestras em igrejas por toda a América para estimular o auxílio à África.

Como é evidente no título de um dos maiores sucessos da banda, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” (eu ainda não encontrei o que eu procuro), ele se encontra em uma busca interior, o que pode ter um efeito profundo naqueles que igualmente buscam por algo espiritual – e isso, juntamente com sua música, poderia explicar o extenso poder de atração que o U2 desperta.

Ainda assim, ter certeza de que esse “algo” foi encontrado é anular esse “algo” enquanto fé. Garrett destaca: “Muitos americanos estão comprometidos com uma visão de fé como uma crença absoluta. São pessoas que ficam sentadas olhando para o relógio. E foi para essa tarefa que Bono convocou as igrejas americanas: este modelo de salvação que ignora o fato de que fomos colocados aqui por uma razão especial, além da salvação pessoal. E é isso o que ele tem de mais persuasivo a oferecer: a ideia de que estamos juntos nessa jornada, caímos e nos levantamos juntos, carregamos uns aos outros”.

A faixa título do último álbum da banda, No Line on the Horizon (nenhuma linha no hrizonte) – o álbum mais voltado para a espiritualidade desde os primórdios do U2 – parece ser prova disso. Existe a imagem em si, a ausência de uma linha, um destino final. A canção também trás duas frases que valem ser destacadas: “O infinito é um bom lugar para começar”, e “O tempo é irrelevante, não é linear”.

Razim acha isso parecido com a abertura do Mar Vermelho. “Para mim, é como Deus abrindo um caminho onde parecia não haver caminho algum”. É a visão abrangente do cosmo, e do que está além dele, que não combina bem com a idéia do céu como um final de partida vitorioso. Tanto é que Bono disse à revista evangélica Christianity Today: “Costumo achar que a religião obstrui o caminho de Deus”. E The Edge falou à Hot Press em 2002: “Ainda tenho uma vida espiritual, mas não sou muito fã da religião por si só”.

Turnê eclesiástica

A Christianity Today definiu a turnê de Bono pelas igrejas americanas para incentivar o auxílio à África como “uma experiência de igrejas que deixam Bono com uma eclesiologia tão frágil que mede a missão da igreja quase que exclusivamente em termos geográficos”.

Garrett, porém, vê progressos nos trabalhos não-musicais de Bono. “Acho que hoje em dia mais pessoas acreditam nesta ideia de que a igreja precisa ser mais responsiva às necessidades do mundo e menos focada na salvação pessoal – especialmente entre os cristãos jovens. Acho que eles estavam na linha de frente disso”.

A música da banda encontrou seu caminho nas igrejas americanas através do serviço eucarístico U2charists, que vêm sendo realizado nos últimos seis anos.

Razim supervisionou dois deles na Palmer Memorial Episcopal Church: na passagem do ano de 2008 e no feriado de Juneteenth em 2009 – ambos com capacidade máxima de lotação. Um próximo está programado para o réveillon de 2009. A música de U2 é cantada e o dinheiro é arrecadado para as Metas de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, condição imposta pela banda em troca de permitir que sua música seja veiculada sem royalties.

Ela diz que o U2charist é uma ação genuína, além de apoiar o envolvimento comunitário da igreja.

E, apesar de um relacionamento de certa forma tenso entre o U2 e qualquer organização religiosa em particular, Razim, assim como Garrett, vê afinidade na espiritualidade da banda. “Tem a ver com buscar, procurar”, disse ele. “A primeira vez que ouvi uma canção do U2 eu detectei isso. É uma jornada, com a fé se desenvolvendo e fazendo perguntas difíceis. Acho que a música deles confirma e fortalece isso, ela é uma verdadeira expressão de quem somos neste lugar e neste momento”.

Por Renato Cavallera

Fonte: IG Música / Gospel+
Via: Cristianismo Criativo

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mais uma pedra

Roqueiro diz que ama Deus, mas não quer se tornar um crente “celebridade”

Roqueiro fala de sua conversão: “eu não queria ir para o inferno”

Alice Cooper o pai do Shock Rock, estilo musical onde as atitudes grotescas feitas no palco horrorizaram pais por mais de trinta anos, contou como o medo do inferno o virou para Deus. Ele, que cantava sobre necrofilia e picotava bonecas durante seus concertos, declarou que, apesar de continuar a gravar e fazer turnês teatrais com shows de horror, "minha vida é dedicada a seguir Cristo".

Embora ele tenha se tornado um cristão nos anos 80, fora alguns pequenos comentários em algumas entrevistas, o cantor de 61 anos sempre foi resguardado em sua fé - até agora. Em uma entrevista franca com uma revista de música cristã, ele falou publicamente pela primeira vez sobre seu amor por Deus e a relutância em se tornar uma "celebridade cristã".

Um líder das paradas com o hino adolescente "School's Out", Cooper foi creditado por pavimentar o caminho para alguns cantores ultrajantes como Marilyn Manson. Mas ele afirma que suas obras nunca foram políticas ou religiosas e sempre tiveram "senso de humor".

Ele contou à HM, The Hard Music Magazine, que sempre foi insultado, toda hora sendo acusado de ser satanista. Criado em uma casa cristã, ele ainda acreditava em Deus, apesar dele não ser comprometido. Isso mudou quando o alcoolismo ameaçou seu casamento. Ele e sua mulher, Sheryl, foram a uma igreja que tinha um pastor que falava sobre o inferno.

Cooper disse que se tornou um cristão "inicialmente mais por medo de Deus do que por amor a Ele… Eu não queria ir para o inferno". Entrevistado na edição de março/abril da HM, Cooper via sua fé como "uma coisa em curso". "Ser um cristão é algo em que você apenas progride. Você aprende, vai para seus estudos da Bíblia, você ora", disse ele.

Ele tem evitado o posto de "celebridade cristã" pois "é realmente fácil se focar em Alice Cooper e não em Cristo. Eu sou um cantor de rock, nada mais do que isso. Não sou um filósofo. Me considero abaixo no poleiro do conhecimento cristão, então, não procure respostas em mim".

Apesar disso ele pôde conversar com outros na cena musical sobre sua fé. "Eu tinha um casal de amigos meus com quem conversei que disseram que eles tinham [aceitado Cristo]. Eu tenho conversado com algumas grandes estrelas sobre isso, alguns personagens horríveis… e você ficaria surpreso. Aqueles que você pensa que estão mais longe são os que estão mais aptos a ouvir".

Fonte: Whiplash / Gospel+

terça-feira, 14 de julho de 2009

As pedras falao

Matéria de Andreas Kisser membro da banda Sepultura so bandas de Rock Gospel


Um dos assuntos que mais repercutiu foi a coluna sobre as letras de black metal: As letras no heavy metal: anticristo superstar!. Recebi, principalmente mensagens de fãs do metal gospel, sugerindo uma pauta sobre o assunto, então, lá vou eu!

Admito que sou leigo no assunto e tive que fazer uma pequena pesquisa para entender a união da música pesada com a temática gospel. O metal cristão, ou qualquer outro estilo musical cristão, prega a palavra da escritura Sagrada, a Bíblia. As letras contam com passagens e frases totalmente inspiradas no livro.

Em todas as religiões, a música é usada em seus rituais, e na fé cristã não é diferente. Geralmente o acompanhamento das vozes nos corais é feito com um órgão de tubos, instrumento utilizado com maestria pelo compositor luterano alemão, Johann Sebastian Bach (1685-1750), um dos maiores músicos da história, que escreveu muitos temas inspirados na Bíblia como, por exemplo, a "Paixão de Cristo Segundo Mateus". A música de Bach é muito apreciada pelos músicos de heavy metal e influenciou muitos guitarristas e tecladistas do gênero.

Nas igrejas do Bronx, bairro em Nova York, também é utilizado um órgão elétrico acompanhado por bateria, baixo, guitarra e sopros, com corais muito animados, que fazem dos cultos uma verdadeira experiência. Esta música de temática gospel também influenciou muito o blues e o rock.

Com o passar do tempo, a igreja cristã foi se transformando e adotou outras formas musicais de expressar sua fé. Hoje, vários estilos musicais fazem parte da rotina das comunidades cristãs, fora e dentro do Brasil.

A primeira banda de heavy metal cristão, que levou o estilo ao mais alto nível, foi o Stryper. A banda californiana se inspirou na Bíblia para dar nome ao grupo, compor o visual e as suas letras. O estilo musical adotado pelo banda foi o que rolava na época, final da década de 80, o auge da era "poser metal" ou "glam metal".

Bandas como Mötley Crew, Poison e Cinderella estavam começando o seus reinados nas arenas norte-americanas. Guitarras distorcidas, solos de guitarra e muita maquiagem. A inspiração do Stryper (que vem do termo stripe, que significa faixa, listras, tiras) veio de um verso da Bíbla, Isaías 53:5, que declara: "Através de suas faixas seremos curados". A marca da banda são faixas preta e amarelas que causam um efeito visual único. O disco de maior sucesso foi "To hell with the devil" ("Ao inferno com o diabo"), de 1986. Uma parte da letra dizia:

Speak of the devil / He's no friend of mine / To turn from him is what we have in mind / Just a liar and a thief / The word tells us so / We like to let him know / Where he can go / To hell with the devil / (Mensagem do diabo / Ele não é meu amigo / Desviar de seu caminho é o que temos em mente / Ele é simplismente um mentiroso e um ladrão / A "palavra" nos fala / Nós gostaríamos de avisá-lo / Aonde ele poderia ir / Ao inferno com o diabo).

Outro grupo norte-americano que toca um metal mais alternativo, mesclando vocais agressivos com vocais melódicos é o P.O.D. (a sigla significa "payable on death", que português lieral quer dizer "pagável na morte"). É um termo técnico muito usado em bancos nos EUA quando uma pessoa morre e alguém herda seus bens. É necessário que uma pessoa morra para outra herdar seus bens. Isso é uma referência da banda a Jesus Cristo, que segundo o cristianismo, morreu por nós, pagando e perdoando nossos pecados, dando-nos a chance de sermos salvos. A banda já vendeu milhões de cópias, desde sua formação na metade da década de 90, com letras como: "Psalm 150" e "Abortion is Murder":

Abortion is murder / There's nothing you can say or do / To justify the fact / That there's a living breathing baby inside of you (Aborto é assassinato / Não há nada que você possa falar ou fazer / Para justificar o fato / De que existe um ser vivo respirando dentro de você).

Outro conceito interessante sobre as bandas cristãs vem do músico Tim Lambsis, do grupo norte-americano As I lay dying (Enquanto estou deitado e morrendo), ele diz: "Não tenho certeza qual é a diferença entre cinco cristãos tocando numa banda e uma banda cristã. Se você realmente acredita em algo, então isto afetará todas as áreas da sua vida. Todos nós da banda somos cristãos. Eu acredito que a mudança começa comigo primeiro, e a consequência é que as nossas letras não soam como sermões. Muitas de nossas músicas são sobre a vida, erros, relacionamentos e outros assuntos que não se encaixam necessariamente em uma categoria espiritual. Entretanto, todos estes tópicos são escritos de um ponto de vista cristão". Um ponto de vista interessante, onde se pode expressar com um pouco mais de liberdade, sem perder a fé nas crenças.

No Brasil, o maior exemplo de banda critã é o Oficina G3. Um grupo de músicos super talentosos, que tocam uma música pesada e bem elaborada. Os vocais também se intercalam entre mais agressivos e melódicos e os solos de guitarra de JuninhoAfram são de primeiro nível. Veja a letra da música "A Ele":

Se eu pudesse explicar ao mundo / O que é andar contigo, Oh Deus! / Minhas palavras não poderiam expressar / O Teu poder / O Teu imutável amor / Falar de Quem foi, que é e sempre será Deus!

No heavy metal mais extremo, a banda mais expressiva vem da Austrália: o Mortification. O som é brutal e super agressivo, mas inimigos do mal. Veja a letra de "Blood Sacrifice":

Christ he was inflicted / He took the sin of man / Bleeding on a woodencross / God's eternal plan (Cristo foi infligido / Ele tirou os pecados do homem / Sangrando em uma cruz de madeira / Plano eterno de Deus)

Bom, creio que deu pra entender um pouco e conhecer algumas bandas do white metal. Para mim, foi um aprendizado e acho que todos os músicos, independentemente do estilo e da mensagem, tocam porque amam a música e se beneficiam da liberdade que ela representa.

Conheci vários países, de culturas, ideias e religiões distintas, sempre aprendendo alguma coisa nova e, com isso, respeitando e tolerando diferentes maneiras de se ver a vida e o mundo.

Aproveitando, vejam as fotos (clique aqui) da minha última turnê com o projeto HAIL em países com a Turquia, Grécia, Croácia e Áustria, onde toco covers de clássicos do metal com ex-membros do Megadeth, Judas Priest e Alice Cooper.

Aprender a respeitar é aprender a viver em Paz.

Abraço a todos.
Andreas Kisser

Onde estamos ???!!!!

Onde está o missionário ideal?

Bráulia Ribeiro

O telefonema veio de um lugar remoto, na fronteira do Acre com o Peru. A voz da mulher tinha um tom resoluto. Ela sabia o que queria fazer e não parecia amedrontada. Ao mesmo tempo em que falava, se supria de uma consciência mais intensa de que não podia deixar as coisas como estavam.

“Ah, Bráulia, ore por nós; presenciamos muito sofrimento. Os políticos da região, para se eleger, levaram caixas de cachaça e até álcool puro para as aldeias, embebedando os índios, brigando, espancando homens e mulheres. Um deles se amasiou com duas irmãs e engravidou as duas. Bate constantemente nelas, e ontem derrubou uma das grávidas de um barranco cinco vezes. Ela se levantava e subia, e ele a derrubava novamente lá embaixo. Ele é grosseiro e domina o pai das moças com álcool e os irmãos com violência. Temos que denunciá-lo, mas ele está nos ameaçando. Já falou para a vila inteira que vai nos matar. Nos seguiu quando viemos até a vila, mas mesmo assim conseguimos marcar um encontro hoje à noite com a Polícia Federal para falar sobre o que essa corja política local faz na aldeia.”

Uma denúncia como esta, num mundo onde dominam as armas e a falta de lei, é como “água fria para o sedento”. O reino de Deus que aquela família leva para aquele lugar significa justiça, respeito e dignidade para os indígenas e para as vilas ao redor.

O jovem casal tem menos de 30 anos e está conosco há uns cinco. Com dois filhos pequenos, enfrentam, além de tudo, dificuldade financeira. Ainda que a Jocum tivesse condição de pagar altos salários, nada compensaria a insegurança e o medo que eles estavam enfrentando agora e com os quais teriam de conviver depois da denúncia.

Lembrei-me de como esta moça chegou à Jocum. Ainda “não era crente direito”. Nunca tinha vivido uma vida limpa, nem mesmo na infância. Vestia-se no dia-a-dia como quem sai para fazer um programa na noite. Movia-se com um gingado de dançarina de cabaré. Várias vezes ouvi os líderes do curso de discipulado confabularem sobre ela, desesperados, pensando se haveria jeito para alguém assim.

Hoje, ela e o marido são missionários que qualquer missão gostaria de ter reforçando suas trincheiras. Abnegados, dedicados, amorosos, íntegros e, mais do que isto, a mulher tem garra de guerrilheira.

Infelizmente, houve uma época em nossa comunidade missionária que nos cansamos de jovens e dos “problemas” que chegavam a cada nova leva de alunos. Começamos a pensar em fazer um escrutínio apurado de todos os formulários, na tentativa de evitar que recebêssemos jovens “problemáticos”, que têm o potencial de consumir toda a nossa energia e produzir muito pouco ou quase nada para missões. Queríamos maturidade, e não juventude. Pela misericórdia de Deus, o plano não deu certo, e já nos curamos deste pensamento doente. Redescobrimos nosso DNA, e ele está diretamente ligado à responsabilidade de transferir destino àquele que não o tem. Significa mobilizar os que “não são”, os loucos, garimpar tesouros na lama.

Apaixonei-me novamente pelos jovens. O Reinaldo, meu marido, começou o primeiro curso desta nossa nova fase com uma palavra que ele acredita ter ouvido de Deus: “Aquele que vem a mim, não o lançarei fora”. Recebemos de uma só vez quase trinta malucos, góticos, satanistas, neo-hippies, patrícias e maurícios, alguns sexualmente definidos de maneira errada e outros indefinidos propositalmente, jovens de classe média ou quase favelados. Nunca aprendi tanto em minha vida.

Nenhum destes novos candidatos a missões seria considerado apto por nossos padrões religiosos. Em missões temos de ter a nata espiritual de nossas igrejas.

Entendi, naquele tempo, que para Deus todos são “nata”, como a mulher que me ligou, ontem perdida, hoje representando justiça e dignidade. Todos gente comum, gente especial sem o ser, trazidos pelo Senhor, seja de um garimpo distante, da seita do chá ou da Assembléia de Deus, para passar pela máquina de redimir destinos chamada reino de Deus.

• Bráulia Ribeiro, missionária em Porto Velho, RO, é autora de Chamado Radical. braulia_ribeiro@yahoo.com

sábado, 4 de abril de 2009

MISSOES URBANAS

17/03/2009

Astros convertidos

Roqueiros, como o baterista do Iron Maiden, antes idolatrados por multidões de fãs, agora cultuam a Jesus Cristo.


Nico McBrain, baterista do Iron Maiden: “Um dos maiores truques do Diabo é fazer você acreditar que ele não existe”

A banda inglesa Iron Maiden, que estourou nos anos 80 com o estilo Heavy Metal de fazer rock, desembarca no Brasil na próxima quinta-feira, dia 12, para se apresentar pela turnê Somewhere Back In Time. O grupo, precursor do estilo e considerado um dos melhores do gênero, conta novamente com a sua formação original. A popularidade entre os roqueiros se deu através de sua maneira única de soar em canções, letras e capas de discos. O nome “Iron Maiden” é inspirado em um instrumento de tortura medieval, o qual se acha representado no filme O Homem da Máscara de Ferro. Suas letras exploram temas que vão do ocultismo a lendas, filmes, histórias de assassinatos, o escuro e a simbologia do número 666. Além disso, as capas dos álbuns são singulares, pois exibem sempre o mascote da banda, Ed, um morto vivo, em cenas sugestivas aos temas de cada disco.

Diante dessa atmosfera “pesada”, seria possível pensar em algum espaço para manifestações cristãs? Olhos e ouvidos voltados para Deus? Sim! O baterista da banda, Nico McBrain, é um exemplo de músicos de rock bem sucedidos, com carreiras mundialmente consolidadas e que, ao longo de suas vidas, se converteram ao cristianismo. Chocante? Inesperado? Talvez nem tanto. Ele próprio afirma que quando alguém se torna cristão, não está livre do pecado, mas deve buscar ao máximo uma vida longe deste mal.

A pergunta mais comum feita ao baterista é: Como você pode tocar em um grupo que apresenta uma canção chamada Number of the Beast (Número da Besta)? Nico afirma que a canção é sobre uma história que se encontra no livro de Apocalipse. “Um dos maiores truques do Diabo é fazer você acreditar que ele não existe”, justifica o baterista.

Nico McBrain é um exemplo incrível de conversão de músicos que, pela própria natureza da profissão, lidam com uma série de fatores que muitas vezes os afastam de uma vida ao lado de Deus. Shows, fãs, turnês exaustivas e o universo das drogas e comportamentos promíscuos, muitas vezes associados ao estilo de vida no rock.

Muito conhecidos na história da música mundial e, especialmente do rock, são os casos de músicos que acabam deixando a vida precocemente de forma conturbada e perturbadora. O líder do grupo Nirvana, Kurt Cobain, no dia 5 de abril de 1994, atirou na própria boca e deixou o mundo com uma filha ainda criança. Sua carreira foi marcada por um sucesso meteórico, desgastes emocionais, depressão, drogas e, em particular, o vício pela heroína.

Mais conversões no rock - Felizmente, ainda é possível citar outros casos de músicos do rock que, como Nico McBrain, seguiram o caminho da salvação física e espiritual a partir do contato com os valores cristãos.

Brian Welch, ex-guitarrista do grupo Korn, é um outro bom exemplo de roqueiro convertido. No final de 2008, ele lançou o seu primeiro disco solo, Save Me From Myself. No álbum, o músico aborda questões particulares da sua vida como a luta para deixar as drogas, os motivos que o levaram a sair da banda e seu encontro com Deus.

No Brasil, temos a surpreendente história do músico Rodolfo Abrantes, ex-vocalista da banda de hard-core Raimundos. No auge de sua carreira, o roqueiro sentiu o vazio em que vivia e se converteu. “Estava sozinho, morando em São Paulo, com uma vida louca, trezentas namoradas por aí, drogas a valer, balada todos os dias, fãs de montão, disco de platina, dinheiro na conta, agenda lotada de shows, mas completamente infeliz”, relata o cantor.

Em 2006, já convertido, Rodolfo lançou seu primeiro disco voltado para Deus, Santidade ao Senhor. Além disso, ministra cultos na igreja Bola de Neve Church e viaja junto de sua mulher para pregar a Palavra. “Quer ter vitória? Anda no caminho do Senhor, obedeça, leia a Bíblia e siga seus conselhos. Hoje não bebo, não é porque não possa, é porque não quero. Quero ter comunhão com o Pai”, aconselha o músico.

A exótica e mística Baby do Brasil - ex-Baby Consuelo e ex-integrante do grupo Novos Baianos - também impactou a muitos com sua conversão nos anos 90, recebendo, inclusive, muitas críticas. A estas, a cantora responde em uma de suas músicas: “E não importa o que vão pensar de mim. Eu quero é Deus. Eu quero é Deus.”

Fonte: Portal CRISTIANISMO HOJE - www.cristianismohoje.com.br/