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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mais uma pedra

Roqueiro diz que ama Deus, mas não quer se tornar um crente “celebridade”

Roqueiro fala de sua conversão: “eu não queria ir para o inferno”

Alice Cooper o pai do Shock Rock, estilo musical onde as atitudes grotescas feitas no palco horrorizaram pais por mais de trinta anos, contou como o medo do inferno o virou para Deus. Ele, que cantava sobre necrofilia e picotava bonecas durante seus concertos, declarou que, apesar de continuar a gravar e fazer turnês teatrais com shows de horror, "minha vida é dedicada a seguir Cristo".

Embora ele tenha se tornado um cristão nos anos 80, fora alguns pequenos comentários em algumas entrevistas, o cantor de 61 anos sempre foi resguardado em sua fé - até agora. Em uma entrevista franca com uma revista de música cristã, ele falou publicamente pela primeira vez sobre seu amor por Deus e a relutância em se tornar uma "celebridade cristã".

Um líder das paradas com o hino adolescente "School's Out", Cooper foi creditado por pavimentar o caminho para alguns cantores ultrajantes como Marilyn Manson. Mas ele afirma que suas obras nunca foram políticas ou religiosas e sempre tiveram "senso de humor".

Ele contou à HM, The Hard Music Magazine, que sempre foi insultado, toda hora sendo acusado de ser satanista. Criado em uma casa cristã, ele ainda acreditava em Deus, apesar dele não ser comprometido. Isso mudou quando o alcoolismo ameaçou seu casamento. Ele e sua mulher, Sheryl, foram a uma igreja que tinha um pastor que falava sobre o inferno.

Cooper disse que se tornou um cristão "inicialmente mais por medo de Deus do que por amor a Ele… Eu não queria ir para o inferno". Entrevistado na edição de março/abril da HM, Cooper via sua fé como "uma coisa em curso". "Ser um cristão é algo em que você apenas progride. Você aprende, vai para seus estudos da Bíblia, você ora", disse ele.

Ele tem evitado o posto de "celebridade cristã" pois "é realmente fácil se focar em Alice Cooper e não em Cristo. Eu sou um cantor de rock, nada mais do que isso. Não sou um filósofo. Me considero abaixo no poleiro do conhecimento cristão, então, não procure respostas em mim".

Apesar disso ele pôde conversar com outros na cena musical sobre sua fé. "Eu tinha um casal de amigos meus com quem conversei que disseram que eles tinham [aceitado Cristo]. Eu tenho conversado com algumas grandes estrelas sobre isso, alguns personagens horríveis… e você ficaria surpreso. Aqueles que você pensa que estão mais longe são os que estão mais aptos a ouvir".

Fonte: Whiplash / Gospel+

sábado, 12 de julho de 2008

testemunho marcante

HELEN ROSEVEARE - Um exemplo de amor por Missões
Helen Roseveare nasceu em Cornwaal, na Inglaterra em 1925. Seu pai foi umrenomado matemático, noemado cavaleiro em razão de seus serviços patrióticos durante a guerra. Aos doze anos entrou numa escola para meninas. Em Cambridge formou-se em medicina. Foi lá que no primeiro ano passou por uma experiência de conversão.
Em 1953, navegou para o Congo, mesmo solteira, com o objetivo de servir ali com a Cruzada de Evangelização Mundial. Foi o início de sua atividade missionária. Percebendo ao chegar no Congo, a profunda carência na área de saúde, planejou um centro preparatório onde a Bíblia e a medicina básica fossem ensinados para as enfermeiras, que após treinadas, retornariam às suas cidades de origem como evangelistas leigas e prontas para oferecer os cuidados médicos preventivos à população carente. Helen cooperou ainda na construção de um hospital no Congo e em Nebobongo. Tudo isso foi realizado em meio a difilculdades e oposições das mais diversas.
Em 1957, já em Nebobongo, foi arbitrariamente afastada de suas funções, sendo substituída pelo Dr. John Harris. Os fatos lhe geraram dor e tristeza. foi claramente perseguida e injustiçada por colegas missionários. Em 1958, de férias, retornou para a inglaterra profundamente desiludida com a tarefa missionária.
Achando que seus problemas eram devidos ao fato de ser solteira, pediu a Deus em oração um marido-médico, o que não lhe foi atendido. Entendeu que Deus poderia suprir-lhe todas as necessidades, sem que fosse preciso casar-se.
Em 1960 retornou ao Congo, num momento onde o país alcançara sua independência. Foi uma época de grandes riscos para os brancos. Convicta de sua chamada e confiante na proteção de Deus, resolveu ficar: "Se Cristo é Deus e morreu por mim, então nenhum sacrifício que eu faça por Ele é demasiadamente grande". As portas se abriram, com maiores oprtunidades de serviço, devido ao retorno de alguns missionários, dentre eles, o próprio Dr. John Harris. Ocupou novamente a função de encarregada do centro médico de Nebobongo.
Com o fortalecimento das forças rebeldes, vários missionários foram alvo de ataques, violência e seqüestros. a própra Dra. Helen foi vítima de roubo e tentativa de envenenamento. Entendo que muitas pessoas dependiam dela, continuou firme e resoluta.
No dia 15 de agosto de 1964, um caminhão de carga de soldados rebeldes Simba, assumiu o hospital em Nobobongo, que foi ocupado por um período de cinco meses. Eles eram brutais e grosseiros. De suas bocas saiam palavras de ameaças e obcenidades. Foi um momento de grande tensão. Em 29 de outubro, durante a ocupação, ela foi dominada por um soldado rebelde. Seu relato é dramático:"Eles me descobriram, puseram-me empé, bateram em minha cabeça e ombros, atiraram-me no chão, deram-me pontapés, levantaram-me outra vez apenas para voltar a espancar-me - a dor nauseante de um dente quebrado, da boca cheia de sangue pegajoso, dos óculos desaparecidos. Fora de mim, entorpecida de horror e medo desconhecido, empurrada, arrastada, levada de volta à minha casa - ouvindo gritos insultos, maldições".
Ao chegar em casa, já sem forças para lutar, foi estuprada brutalmente, sem nenhuma misericórdia. Pensou a princípio que Deus havia lhe desamparado, para depois, contudo, ser fortalecida no espírito. Seu relacionamento com Deus em nada foi abalado. A violência sofrida e a maturidade espiritual adquirida, lhe preparou para outras agressões sexuais que sofreu até ser libertada em 31 de dezembro de 1964, retornando para a Inglaterra.
Após dois anos, com uma melhor estabilidade política no Congo, sentiu-se impussionada a voltar à África, o que fez em março de 1966, reassumindo seu cargo de missionária-médica. Anos difíceis se seguiram. O novo espírito nacionalista, produziu nos nativos um sentimento de rejeição. A geração mais jovem não tinha o respeito devido por aquela que se sacrificara tanto pelo Congo.
Em 1973 a Dra. Helen deixou a África, após vinte anos de serviços, sem o devido reconhecimento e profundamente amargurada.
A amargura foi aos poucos desaparecendo, para surgir um revigoramento espiritual em sua vida. Entendia que todo o que passara fazia parte de um trabalhar de Deus em sua vida, lhe preparando para uma nova etapa. Era o oleiro modelando o vaso, para continuar usando-o para a sua glória.
Desde então, a Dra. Helen Roseveare tornou-se uma das mais solicitadas e aclamada conferencista internacional, realizando palestras sobre as missões cristãs, edificando, encorajando e testemunhando que todo sofrimento aqui nesta vida, não se compara com o que Jesus passou por nós.
Blog: http://altairgermano.blogspot.com
ReferênciasTUCKER, Ruth A. E até aos confins da terra. Tradução de Neyd Siqueira. São Paulo: Vida Nova, 1986http://chi.gospelcom.net/DAILYF/2002/08/daily-08-15-2002.shtml . Acesso em 21 de março de 2008http://en.wikipedia.org/wiki/Helen_Roseveare . Acesso em 21 de março de 2008