Historia do cristianismo, muito bom livro paraEdificacao e pesquisas : http://www.4shared.com/document/boOjMZx1/_-_a_knight_e_w_anglin_-_a_his.html
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
O Espírito Santo e missões na igreja primitiva
O Espírito Santo e missões
na igreja primitiva
Atos 1: 1-8
O período em que a igreja cristã viveu seu maior crescimento foi o do primeiro século de nossa era.
Ali começou o movimento de missões.
Os oito primeiros capítulos do livro de Atos dos Apóstolos explicam a razão desse crescimento. Os discípulos deveriam estar revestidos de poder, v. 4, antes de sair para alcançar as nações com o Evangelho.
Em Atos 1: 8 encontramos a base e a amplitude do plano de Deus para que a igreja executasse missões. Focalizaremos neste artigo a igreja primitiva e a obra missionária.
I - A IGREJA ESTABELECIDA EM JERUSALÉM,
Atos 1 a 6
A igreja nasceu em Jerusalém e seus membros se estruturaram para dar continuidade à obra de Jesus. Assim, três aspectos foram observados por essa igreja:
a) Visão mundial, At 1 - O desafio de Jesus é global, v. 8, e não existe distinção entre missões mundiais, nacionais ou evangelismo local. Todos são vitais e um não pode excluir o outro. Tudo faz parte da grande comissão, Mt 28: 18-20. A partir de então, tornou-se claro para os discípulos que o movimento da igreja não deveria ser apenas em Jerusalém, mas também fora de seus limites.
b) Poder, At 2 - A incumbência que Jesus havia dado aos discípulos de levar o evangelho ao mundo inteiro parecia uma tarefa difícil. E, de fato, teria sido, se o derramar do Espírito Santo não tivesse acontecido, At 2: 1-3. Em poucos dias, aquele grupo de cento e vinte pessoas tornou-se uma multidão de salvos, At 2: 41; 4: 4 e 5: 14.
c) Envolvimento total, At 5 e 6 - A igreja de Jerusalém era uma família, de modo que as necessidades de cada irmão eram supridas e havia cooperação de todos os membros para ajudar os apóstolos, At 6: 1-3. Instituíram o diaconato, escolhendo para tal função homens que deveriam possuir três requisitos básicos: bom testemunho (aspecto social), serem cheios do Espírito Santo (aspecto espiritual) e de sabedoria (aspecto intelectual). Para os apóstolos ficaram reservadas a prática da oração e da pregação da Palavra, At 6: 4. Toda a igreja era, então, completamente envolvida com a obra de Deus.
II - A IGREJA ESPALHADA, At 7 a 12
A perseguição foi o instrumento usado por Deus para desaglutinar a igreja de Jerusalém e alcançar outros povos.
a) Jerusalém e Judéia - A igreja inicialmente se concentrou em Jerusalém. Entretanto, Deus estava firme em seu propósito de levar a bênção do Evangelho às outras regiões e, por fim, a todas as nações. Ocorreu então que, com a perseguição vinda diretamente contra a igreja de Jerusalém, os que foram dispersos começaram a pregar em toda parte por onde passavam, At 8: 1, 4 e 5: 11, 19, 20 e 13: 46, 47. Com a morte de Estêvão, At 6 e 7, as testemunhas de Jesus foram espalhadas.
b) Samaria - Felipe prega em Samaria, At 8: 4-8, e em missão transcultural prega ao etíope, um alto oficial da rainha de Candace, que crê e pede para ser batizado naquele mesmo dia, At 8: 26, 28-36 e 39. A história indica que aquele etíope pode ter preparado o caminho para o posterior estabelecimento de milhares de igrejas no longínquo vale do Nilo, na África.
c) Gentio romano - Pedro prega para Cornélio, um centurião romano. Foi difícil para Pedro, ainda que cheio do Espírito Santo, aceitar a conversão de um gentio. Mas, após uma visão, entendeu que Deus não faz acepção de pessoas, At 10: 9, 23, 34 e 35
d) “até os confins da terra” - Saulo, escolhido por Deus para levar a mensagem aos gentios, At 9: 15, 16, cumpre com êxito a sua tarefa. Em pouco mais de dez anos, e em três viagens missionárias, ele estabelece a igreja em quatro províncias do Império Romano: Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia, At 13: 2, 14: 28, 15: 40, 18: 23 e 21: 17.
III - A IGREJA ENVIANDO, At 13 e 14
A expressão “...até os confins da terra” já não parecia uma utopia; tornou-se realidade. A Igreja de Antioquia foi a primeira no envio de missionários. Podemos aprender muito através de seu exemplo:
a) Colaboração, At 13: 1-3 - Em Antioquia, temos o verdadeiro início de missões. Naquela igreja havia profetas e mestres: Lúcio de Cirene, Simão Níger, Manaém, Saulo e Barnabé, v. 1. Nenhum deles era natural de Antioquia; todos eram estrangeiros. Numa reunião de oração, em Antioquia, quando a igreja estava orando e jejuando, Deus separou dois deles para a obra missionária. Os três que ficaram podem ser chamados de colaboradores. Eles representam a igreja que ficou na retaguarda. Os dois que foram enviados representam os missionários. Notemos que eles foram enviados por Deus e pela igreja, vv. 2 e 3.
b) Comunicação, At 14: 27, 28 - Paulo e Barnabé seguem em frente, sempre dando relatórios de seu trabalho à igreja que ficou na retaguarda, orando e sustentando-os com suas ofertas. Por onde passaram, deixaram a semente da Palavra e outros irmãos foram também chamados a colaborar. Assim, a obra cresceu ao ponto de Paulo poder dizer que o evangelho fora pregado a toda a criatura debaixo do céu, Cl 1: 23.
Concluindo, veja o valor da tarefa evangelizadora assumida pela igreja primitiva e a importância de manter bem informados daquilo que estão realizando tanto os irmãos que sustentam os missionários como as igrejas e entidades que os enviaram. É pregando o Evangelho que vamos alargando as fronteiras do Reino de Deus e arrancando vidas das mãos do diabo.
Verdades missionárias
Vale a pena memorizar estas reflexões sobre missões:
*
“[Irei] a qualquer lugar, contanto que seja para frente” (David Livingstone)
*
“Tenta grandes coisas para Deus e espera grandes coisas de Deus”(Guilherme Carey)
*
“O melhor remédio para a igreja enferma é pô-la em dieta missionária” (David Brainerd)
*
“A Igreja que deixa de ser evangelística, em breve deixa de ser evangélica” (Alexandre Duff)
Fonte:
Revista de Estudos Bíblicos Aleluia
Direitos autorais
Este artigo pode ser reproduzido livremente para fins pessoais,
sendo, porém, vedada sua publicação sem autorização formal da Editora Aleluia.
na igreja primitiva
Atos 1: 1-8
O período em que a igreja cristã viveu seu maior crescimento foi o do primeiro século de nossa era.
Ali começou o movimento de missões.
Os oito primeiros capítulos do livro de Atos dos Apóstolos explicam a razão desse crescimento. Os discípulos deveriam estar revestidos de poder, v. 4, antes de sair para alcançar as nações com o Evangelho.
Em Atos 1: 8 encontramos a base e a amplitude do plano de Deus para que a igreja executasse missões. Focalizaremos neste artigo a igreja primitiva e a obra missionária.
I - A IGREJA ESTABELECIDA EM JERUSALÉM,
Atos 1 a 6
A igreja nasceu em Jerusalém e seus membros se estruturaram para dar continuidade à obra de Jesus. Assim, três aspectos foram observados por essa igreja:
a) Visão mundial, At 1 - O desafio de Jesus é global, v. 8, e não existe distinção entre missões mundiais, nacionais ou evangelismo local. Todos são vitais e um não pode excluir o outro. Tudo faz parte da grande comissão, Mt 28: 18-20. A partir de então, tornou-se claro para os discípulos que o movimento da igreja não deveria ser apenas em Jerusalém, mas também fora de seus limites.
b) Poder, At 2 - A incumbência que Jesus havia dado aos discípulos de levar o evangelho ao mundo inteiro parecia uma tarefa difícil. E, de fato, teria sido, se o derramar do Espírito Santo não tivesse acontecido, At 2: 1-3. Em poucos dias, aquele grupo de cento e vinte pessoas tornou-se uma multidão de salvos, At 2: 41; 4: 4 e 5: 14.
c) Envolvimento total, At 5 e 6 - A igreja de Jerusalém era uma família, de modo que as necessidades de cada irmão eram supridas e havia cooperação de todos os membros para ajudar os apóstolos, At 6: 1-3. Instituíram o diaconato, escolhendo para tal função homens que deveriam possuir três requisitos básicos: bom testemunho (aspecto social), serem cheios do Espírito Santo (aspecto espiritual) e de sabedoria (aspecto intelectual). Para os apóstolos ficaram reservadas a prática da oração e da pregação da Palavra, At 6: 4. Toda a igreja era, então, completamente envolvida com a obra de Deus.
II - A IGREJA ESPALHADA, At 7 a 12
A perseguição foi o instrumento usado por Deus para desaglutinar a igreja de Jerusalém e alcançar outros povos.
a) Jerusalém e Judéia - A igreja inicialmente se concentrou em Jerusalém. Entretanto, Deus estava firme em seu propósito de levar a bênção do Evangelho às outras regiões e, por fim, a todas as nações. Ocorreu então que, com a perseguição vinda diretamente contra a igreja de Jerusalém, os que foram dispersos começaram a pregar em toda parte por onde passavam, At 8: 1, 4 e 5: 11, 19, 20 e 13: 46, 47. Com a morte de Estêvão, At 6 e 7, as testemunhas de Jesus foram espalhadas.
b) Samaria - Felipe prega em Samaria, At 8: 4-8, e em missão transcultural prega ao etíope, um alto oficial da rainha de Candace, que crê e pede para ser batizado naquele mesmo dia, At 8: 26, 28-36 e 39. A história indica que aquele etíope pode ter preparado o caminho para o posterior estabelecimento de milhares de igrejas no longínquo vale do Nilo, na África.
c) Gentio romano - Pedro prega para Cornélio, um centurião romano. Foi difícil para Pedro, ainda que cheio do Espírito Santo, aceitar a conversão de um gentio. Mas, após uma visão, entendeu que Deus não faz acepção de pessoas, At 10: 9, 23, 34 e 35
d) “até os confins da terra” - Saulo, escolhido por Deus para levar a mensagem aos gentios, At 9: 15, 16, cumpre com êxito a sua tarefa. Em pouco mais de dez anos, e em três viagens missionárias, ele estabelece a igreja em quatro províncias do Império Romano: Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia, At 13: 2, 14: 28, 15: 40, 18: 23 e 21: 17.
III - A IGREJA ENVIANDO, At 13 e 14
A expressão “...até os confins da terra” já não parecia uma utopia; tornou-se realidade. A Igreja de Antioquia foi a primeira no envio de missionários. Podemos aprender muito através de seu exemplo:
a) Colaboração, At 13: 1-3 - Em Antioquia, temos o verdadeiro início de missões. Naquela igreja havia profetas e mestres: Lúcio de Cirene, Simão Níger, Manaém, Saulo e Barnabé, v. 1. Nenhum deles era natural de Antioquia; todos eram estrangeiros. Numa reunião de oração, em Antioquia, quando a igreja estava orando e jejuando, Deus separou dois deles para a obra missionária. Os três que ficaram podem ser chamados de colaboradores. Eles representam a igreja que ficou na retaguarda. Os dois que foram enviados representam os missionários. Notemos que eles foram enviados por Deus e pela igreja, vv. 2 e 3.
b) Comunicação, At 14: 27, 28 - Paulo e Barnabé seguem em frente, sempre dando relatórios de seu trabalho à igreja que ficou na retaguarda, orando e sustentando-os com suas ofertas. Por onde passaram, deixaram a semente da Palavra e outros irmãos foram também chamados a colaborar. Assim, a obra cresceu ao ponto de Paulo poder dizer que o evangelho fora pregado a toda a criatura debaixo do céu, Cl 1: 23.
Concluindo, veja o valor da tarefa evangelizadora assumida pela igreja primitiva e a importância de manter bem informados daquilo que estão realizando tanto os irmãos que sustentam os missionários como as igrejas e entidades que os enviaram. É pregando o Evangelho que vamos alargando as fronteiras do Reino de Deus e arrancando vidas das mãos do diabo.
Verdades missionárias
Vale a pena memorizar estas reflexões sobre missões:
*
“[Irei] a qualquer lugar, contanto que seja para frente” (David Livingstone)
*
“Tenta grandes coisas para Deus e espera grandes coisas de Deus”(Guilherme Carey)
*
“O melhor remédio para a igreja enferma é pô-la em dieta missionária” (David Brainerd)
*
“A Igreja que deixa de ser evangelística, em breve deixa de ser evangélica” (Alexandre Duff)
Fonte:
Revista de Estudos Bíblicos Aleluia
Direitos autorais
Este artigo pode ser reproduzido livremente para fins pessoais,
sendo, porém, vedada sua publicação sem autorização formal da Editora Aleluia.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Não podemos cometer o mesmo erro
O telepastor aprendiz do Valter Mercado e vendedor de consórcios Marco Feliciano não se enxerga mesmo! Crendo-se talvez a última coca-cola quente do deserto, o menino de Orlândia e candidato à candidato à deputado federal (hein?!), solta uma pérola do tamanho da sua soberba.
Após orar por uma irmã, o célebre pastor e dono da Kakeka concluiu dizendo à Deus: "Aqui quem fala é Marco Feliciano!" Assista o vídeo:
Caramba! No meu tempo de crente, a gente costumava terminar as oraçoes dizendo: "Eu te peço em nome de Jesus", e ao fazê-lo declaravamos à Deus que não esperavamos receber nada confiando em nossos próprios méritos, nem em nossa justiça (a qual é como um trapo imundo para Deus - Isaías 64.6). No entanto, parece que o neognóstico e vendedor de indulgências pastor descobriu uma forma mais eficaz de se aproximar de Deus. Desprezando totalmente o triunfo da cruz, o vendedor de milagres à 7 reais se exalta à categoria de SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE e mediador entre Deus e os homens.
Que os crentes, principalmente os irmãos pentecostais, abram seus olhos e deixem de dar ouvidos à este herege, o qual em breve será abatido em sua soberba. Quem declara é a Bíblia sagrada:
A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda
O coração do homem se exalta antes de ser abatido...
(Provérbios 16.18 e 18.12)
***
Postou Leonardo Gonçalves, indignado com a postura destes pastores gnósticos, no Púlpito Cristão
Após orar por uma irmã, o célebre pastor e dono da Kakeka concluiu dizendo à Deus: "Aqui quem fala é Marco Feliciano!" Assista o vídeo:
Caramba! No meu tempo de crente, a gente costumava terminar as oraçoes dizendo: "Eu te peço em nome de Jesus", e ao fazê-lo declaravamos à Deus que não esperavamos receber nada confiando em nossos próprios méritos, nem em nossa justiça (a qual é como um trapo imundo para Deus - Isaías 64.6). No entanto, parece que o neognóstico e vendedor de indulgências pastor descobriu uma forma mais eficaz de se aproximar de Deus. Desprezando totalmente o triunfo da cruz, o vendedor de milagres à 7 reais se exalta à categoria de SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE e mediador entre Deus e os homens.
Que os crentes, principalmente os irmãos pentecostais, abram seus olhos e deixem de dar ouvidos à este herege, o qual em breve será abatido em sua soberba. Quem declara é a Bíblia sagrada:
A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda
O coração do homem se exalta antes de ser abatido...
(Provérbios 16.18 e 18.12)
***
Postou Leonardo Gonçalves, indignado com a postura destes pastores gnósticos, no Púlpito Cristão
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terça-feira, 30 de março de 2010
VAMOS LER A BÍBLIA
O Concurso
VAMOS LER A BÍBLIA é um concurso que tem como principal objetivo, estimular as pessoas a lerem a Bíblia toda em 300 (trezentos) dias, de 01 de Abril 2010 a 25 de Janeiro de 2011.Para isso, vamos dar prêmios aos participantes que responderem corretamente a maior quantidade de perguntas referentes aos textos bíblicos lidos ao longo do ano.
Haverá um Calendário de Leitura bíblica diária, que deverá ser acompanhado por todos os participantes.
Os participantes deverão ler 4 capítulos bíblicos por dia, ou seja, apenas 15 minutos de leitura aproximadamente.
Serão realizadas 10 (dez) provas ao longo do concurso, contendo 20 (vinte) perguntas de múltipla escolha cada.
Os 3 (três) primeiros colocados de cada prova vão ganhar Bíblias e Livros da Hagnos e Cds do Novo Testamento da SBB.
Os 3 (três) que acumularem mais pontos entre as provas 1 e 5, e entre a provas 6 e 10, concorrem ainda a mais 3 prêmios, (Máquina fotográfica digital, Mp4 Player, Mp3 Player).
E ao final do concurso, o participante que acumular mais pontos ganhará um Notebook.
Não perca esta oportunidade de ler o maior de todos os livros e ainda concorrer a prêmios, inscreva-se já e participe!
Por favor, leiam todo o conteúdo do site para tirarem eventuais dúvidas, ok? Em persistindo as dúvidas, por favor nos envie e-mail pela página de Contato.
Jesus morreu para você ter um carro novo
A igreja Bay Area Fellowship, de Corpus Christi, Texas, está oferecendo TVs de LCD, guitarras Fender, iPods, mobília para a casa e 15 carros nos cultos de Páscoa este ano. Além disso, entregará 15.000 cestas com vale-presentes no valor de 300 dólares cada. Os presentes são uma metáfora para ilustrar a mensagem do pastor da igreja, Bil Cornelius, no que ele chama de "presente definitivo". Assim como os presentes não custam nada para os ganhadores, ir para o céu também é grátis. Porém, é importante lembrar que alguém teve de pagar por todos os prêmios, pois Jesus também pagou pelos pecados das pessoas.
“O presente definitivo é que Jesus deu sua vida por nós", disse Cornelius. "Quando pensamos sobre o espírito de generosidade, sempre é na época do Natal. Mas na verdade o máximo do espírito de generosidade é a Páscoa."
A igreja, que tem frequência média entre 15 e 20 mil pessoas, investiu 4.5 milhões de dólares para a premiação. Todas as pessoas maiores de 16 anos que forem aos cultos esta semana poderão concorrer. Com essa iniciativa, a igreja espera dobrar a frequência nos cultos. Entre os 15 carros, todos usados mas com pouca quilometragem, estão marcas como Audi, Jeep, Mazda, BMW, Jaguar e o Mitsubishi da foto acima.
“O presente definitivo é que Jesus deu sua vida por nós", disse Cornelius. "Quando pensamos sobre o espírito de generosidade, sempre é na época do Natal. Mas na verdade o máximo do espírito de generosidade é a Páscoa."
A igreja, que tem frequência média entre 15 e 20 mil pessoas, investiu 4.5 milhões de dólares para a premiação. Todas as pessoas maiores de 16 anos que forem aos cultos esta semana poderão concorrer. Com essa iniciativa, a igreja espera dobrar a frequência nos cultos. Entre os 15 carros, todos usados mas com pouca quilometragem, estão marcas como Audi, Jeep, Mazda, BMW, Jaguar e o Mitsubishi da foto acima.
O alvo é atrair pessoas "sem igreja" ou que por algum motivo estão afastadas. George Moore, membro da igreja e um dos coordenadores da ação declarou: "Esperamos que os ganhadores sejam pessoas que nunca foram a uma igreja antes, ou talvez alguém que esteja lutando com algum tipo de vício ou que tenha algum problema, como um divórcio. O que desejamos é animar essas pessoas.”
E alguns ainda acham que o grande inimigo da mensagem na época de Páscoa é o coelhinho.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Vida nada mole vida
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Que venha a perseguição!

Por Ariovaldo Jr
Bom mesmo é quando a igreja é perseguida a ponto de não poder alugar um prédio. Pra começar não ficamos preocupados durante todo o mês com a arrecadação de dízimos e ofertas. Não haveriam despesas fixas tão asfixiantes. Não seria preciso usar Malaquias fora de contexto para forçar as pessoas a ofertarem por medo do devorador.
Não incomodaríamos nossos vizinhos com os ensaios do louvor. Não teríamos a “dona Maria” reclamando todos os sábados a noite do barulho bem na hora do Jornal Nacional. E o pior é que eles tem razão em reclamar. “Graças a Deus” eu não moro vizinho de minha própria igreja. Deve ser muito bom poder louvar a Deus apenas com sussurros. Não sei se a maioria das pessoas já parou para imaginar que isso é totalmente possível.
Bom mesmo é quando não precisamos investir em decoração e multimídia valores exorbitantes e muitas vezes superiores ao que gastamos com pessoas. É muito bom quando precisamos que cada um traga uma cadeira de casa. É muito bom quando somos poucos e não é necessário ar-condicionado. Basta ligar um ventilador, ou mudar o culto para outro local mais fresco.
Bom mesmo é quando não podemos pagar a ninguém para ficar por conta do “rebanho”. Todos compartilhariam da responsabilidade de cuidar de seus irmãos. E se algum irmão for “separado” para a dedicação exclusiva no ministério, poderíamos compartilhar com ele apenas suas necessidades básicas e na medida de nossas possibilidades. Cada prato de comida teria um sabor especial para quem o recebe. Seria muito diferente de poder comprar sua própria comida. Servir ao ministério seria de fato um ato de renúncia.
Bom é quando não podemos usar microfones e, então, precisamos falar do evangelho no mesmo volume dos ouvintes. Então a pregação se torna viva e participativa. Acabam-se as circunstâncias em que ficamos horas e horas seguidas ouvindo alguém falar de cima de um palco. Se não conseguimos prestar atenção em quem berra num microfone, é por que o assunto deve ser realmente desinteressante. Mas por que será que preferimos culpar as pessoas ou o “espírito de distração” por nossa irrelevância?
Bom é quando nossa casa não pode ser referência de reunião, sob risco de sermos presos. Bom é quando nossa vida não pode se tornar referência de conduta, sob risco de sermos mortos. Fica tão mais fácil discernir quem é ou não discípulo de Jesus. Poucos se arriscariam fingindo ser crente sob o risco constante de ser perseguido. Não seria necessário gastar palavras em pregações combatendo a religiosidade do povo.
Bom mesmo é ser crente em países muçulmanos.
Eu disse que estas coisas todas são boas. Não disse que eram fáceis!
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