sábado, 1 de novembro de 2008

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

muito bom o texto

Todos os dias nós saímos de casa objetivando levantar o sustento indispensável para suprir as nossas necessidades. Neste sentido nos assemelhamos muito aos pássaros que todos os dias deixam bem cedo os seus ninhos para encontrar alimento para si e para seus filhotes. Mas há aspectos que nos diferenciam de modo significativo de nossos irmãos alados.
Em primeiro lugar, eles não têm férias ou descanso remunerado. Eles trabalham como um elemento essencial de suas próprias vidas. É parte daquilo que eles entendem como existir. Você já parou para pensar que estes conceitos nasceram no contexto da revolução industrial do século XVIII? Antes disso as pessoas só deixavam de trabalhar um dia por semana (sem férias ou feriadões) e isto por motivos religiosos. Os cristãos paravam no domingo, os judeus no sábado e os mulçumanos na sexta-feira. Nestes dias eles buscavam a Deus, conviviam em família e descansavam seus corpos das labutas do cotidiano.
Mas é preciso que consideremos a respeito da razão das férias e feriadões existirem.Creio que o que justifica isso é o fato de que o trabalho foi conceitualmente transformado em um transtorno, um mal necessário, e deixou de ser aquilo que era desde o início, uma expressão da natureza humana, uma condição de vida. Os nossos amigos passarinhos não “vão trabalhar”, eles apenas “vão existir”, e isto implica em encontrar comida e disputá-la com os de sua espécie e as demais criaturas vivas, todas elas igualmente a procura de alimento, inclusive as que comem pássaros...
Uma segunda diferença tem a ver com os estoques que nós fazemos. Somos seres guardadores, pensamos que poderemos precisar um dia e, por via das dúvidas, estocamos. E fazemos isso com tudo: dinheiro, roupas, sapatos, jóias... O resultado disso é que com o tempo acabamos confundido as nossas reais necessidades, com aquilo que é de fato apenas uma baixa em nossas “reservas estratégicas”, que acabam guindadas à condição de elemento fundamental para uma existência confortável.
Os pássaros, por outro lado, não guardam nada. Nem comida, nem água, nem o material que utilizam para construir seus ninhos. Por que será? É possível que eles não o façam simplesmente porque isto é absolutamente inútil. Em condições normais haverá sempre alimento para sustentá-los e em vindo a seca e a fome o alimento que poderiam estocar não resolveria o problema. Assim, geração após geração, eles aprenderam a tão somente confiar em que a Providência suprirá o que lhes fosse necessário. Nós aprendemos a desconfiar, eles a entregar.Uma última distinção tem a ver com a simplicidade. Jesus disse que deveríamos ser “simples como as pombas e prudentes como as serpentes”. Em que reside a simplicidade dos pássaros se eles são cobertos de penas multicoloridas? Se para fazer a corte muitas espécies eriçam suas penugens e as exibem como se fossem pesados casacos de pele ou delicados e ricos vestidos?
Talvez a resposta esteja no fato de que eles só mostram o que realmente têm ou são. Não há fingimento neles. Há exibição sem exibicionismo. Há plasticidade, sem maquiagem. Lá ninguém faz nada só por status. E por falar nisso, sabe o que é status? “É gastar o dinheiro que você não tem, para comprar aquilo que você não precisa, para impressionar alguém que você não conhece”. Parece ridículo, não? Mas o fato é que nós fazemos isso o tempo todo. E por isso sofremos, nos sentimos fracassados, porque não possuímos o carro que gostaríamos, porque não freqüentamos os restaurantes que sonhamos e porque não moramos naquele apartamento que nos faria “eternamente felizes”.
Contudo os nossos amigos pássaros usam apenas as penas que têm, da melhor maneira que podem. Não se sentem menores por causa da sua cor nem por causa de seus tons. Apenas se emplumam e seguem a diante. Estou certo que seríamos muito mais felizes se, como disse o rabino da Galiléia, “olhássemos as aves do céu”
Rev. Martorelli Dantas
Igreja Episcopal Carismática do Brasil -Paróquia da Reconciliação.




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sábado, 25 de outubro de 2008

OPORTUNIDADES

Missiologia
*O Reino Contra Ataca
Em apenas mil anos, a Igreja Cristã poderia ter alcançado o mundo e cumprido a tarefa de evangelização mundial enfaticamente ordenada por Jesus Cristo. Esta foi a constatação do missiólogo Don Richardson, lembrando que a Igreja foi frustrada em seu chamado missionário por volta do ano 300, quando o Imperador Constantino atrelou a religião ao Estado. Em sua última visita ao Brasil, Richardson analisou de forma clara e precisa a responsabilidade da Igreja Cristã que permitiu, com sua negligência o surgimento e expansão do Islã. Maomé, no ano 530, deu início ao Islamismo porque encontrou ocasião, uma vez que a influência cristã na Arábia, ao sul de Jerusalém era inexpressiva.
Alguns dos Pais da Igreja, quando Constantino oficializou o cristianismo, introduziram a crença de que Jesus Cristo dera a Grande Comissão somente para os apóstolos e que estes já haviam cumprido a tarefa. A Igreja, portanto, não precisava mais se preocupar com isto. Cessou a perseguição contra os cristãos e o comodismo tomou conta dos discípulos de Jesus Cristo que aceitaram a melhor explicação que surgiu na época visando mantê-los em sua área de conforto. Embora nem todos ensinassem dessa forma, ninguém se preocupou em defender uma posição contrária e esse pensamento estabeleceu-se com conseqüências desastrosas sobre a Igreja.
Essa manobra astuta conseguiu parar a expansão acelerada do cristianismo que vinha assustando os poderosos, mesmo debaixo da impiedosa perseguição. Havia três razões principais para o crescimento da Igreja na época: a própria perseguição que promovia uma Igreja forte e unida em suas convicções; a conseqüente comunhão entre os crentes; a diversidade de línguas em que o Evangelho estava sendo pregado. Os idiomas mencionados no Livro de Atos, capítulo 2, se concentravam na parte leste do Império Romano. Após 250 anos do dia do Pentecostes, os cristãos estavam falando todos esses idiomas e um raio de 11 mil quilômetros estava coberto pelas igrejas incluindo toda a região do Mediterrâneo e costa da África, subindo para a Inglaterra e Irlanda. A pregação era feita pelos escravos e pessoas analfabetas que realizaram a obra em mais de 100 diferentes línguas.
Se esse crescimento tivesse continuado por mais 250 anos, afirma Richardson, mil anos após o Pentecostes, o mundo inteiro teria sido alcançado, incluindo a Ásia Central. Os godos e visigodos, vândalos e turcos pagãos teriam se tornado cristãos há centenas de anos atrás, englobando os povos ao leste, China, Coréia, toda a Europa Ocidental, Finlândia, os povos nórdicos e até mesmo a Islândia, Groelândia e Canadá. As pessoas viajaram essas distâncias, mas sem levar com elas a mensagem do Evangelho. Se uma mentalidade errada não tivesse anulado a ordem de Jesus, o Evangelho talvez não tivesse parado em Labrador, mas teria, descido para os Estados Unidos e Américas. A tarefa poderia ter sido cumprida, o alvo final alcançado em apenas mil anos.
Todavia, o crescimento não parou totalmente mas, continuou de forma lenta ao longo do tempo. Essa interrupção, no entanto, custou caro à Igreja. Os Godos e Visigodos, os Vândalos, os Vickings, povos nórdicos, vieram sob o mundo civilizado da época destruindo os cristãos e toda a estrutura de igrejas e monastérios.
O cristianismo evangélico se transformou no catolicismo que perseguiu os cristãos na Idade Média. Uma exceção foi a Irlanda, onde o culto a San Patrick seguiu a tradição de guardar as escrituras, preservando assim o legítimo cristianismo.
Os cristãos zelosos foram a seus líderes para saber o que fazer e em vez de enviá-los a pregar o Evangelho, os pais da Igreja respondiam: “se você ama ao Senhor, busque uma caverna e seja um ermitão, aperfeiçoe a sua própria santidade e esqueça os demais”.
Não tinha caverna suficiente para todo mundo, então eles improvisavam. Faziam buracos no solo e enterravam ali um pilar oco por dentro. Faziam então uma cobertura e se isolavam no alto daquele pilar. Normalmente essa “caverna suspensa” ficava perto das vilas para que pudessem receber doação de alimentos. Quanto aos detritos, caiam para dentro do pilar oco.
Segundo Richardson, isso é o que poderíamos chamar de uma heresia política. E quando eles se cansaram dos pilares, passaram a se isolar nos monastérios, onde não podiam falar com ninguém, e, portanto, não pregavam a salvação.
O credo apostólico, que todos nós aprendemos, pula da morte de Jesus Cristo, para a sua ressurreição, ignorando totalmente os 40 dias entre sua morte e ascensão. Mas esse foi justamente o período durante o qual o Mestre abriu a mente dos discípulos para que entendessem Sua Palavra, especialmente passagens como Gênesis 28:14: “A tua descendência será como o pó da terra; estender-te-ás para o ocidente e para o oriente, para o norte e para o sul. Em ti e na tua descendência, serão abençoadas todas as famílias da terra”. Jesus queria que eles entendessem a Grande Comissão. Seu último ato, imediatamente antes de subir aos céus, foi reafirmar, em Atos 1:8 que estava entregando a tarefa de alcançar os demais povos da terra a seus discípulos, à Igreja. Isso era de vital importância e não poderia ter sido omitido no Credo Apostólico, mas, os Pais da Igreja decidiram que não constaria, já que era algo já superado e realizado pelos apóstolos de Jesus Cristo. O Credo Apostólico, portanto, é uma marca da Grande Omissão.
O estudo da Teologia Sistemática seguiu esse mesmo caminho porque a visão já vinha distorcida desde o início. Richardson faz essa análise porque considera mais fácil a correção de uma distorção, quando sabemos onde o problema começou.
William Carey, em 1790 foi um marco no sentido de restaurar a visão missionária. No ano de 1900 surgiram muitos seminários de teologia, mas ainda sem missões no currículo. Missões já foi considerado algo para cristãos hiper-ativos que precisam se manter ocupados. Ou, talvez, um lugar para onde se enviam as pessoas muito boas, mas que não são muito preparadas em termos de formação cultural para atuar na Igreja. Ou ainda, missões é algo para os muito santos.
Os alunos dos seminários que começaram a sair como missionários, voltaram reclamando que não tinham sido preparados para o desafio que tiveram que enfrentar. Só então começaram a criar disciplinas na área de missões nos seminários. Missionários em férias, visitando seu país, começaram a transmitir sua experiência durante as aulas. Na verdade, faltava um elo de conexão entre Teologia e Missões como conseqüência da idéia errada divulgada nos anos 300 da era cristã.
Mas essa realidade está mudando, comenta Richardson. Pastores com formação em missões estão sendo mais preparados para falar sobre o desafio da evangelização mundial em suas igrejas.

A Oportunidade Fez a Religião

Por volta do ano 500, como conseqüência de uma visão distorcida, toda a região ao sul de Jerusalém, na Arábia, ainda não havia recebido o Evangelho e apesar de sua proximidade geográfica a influência cristã era fraca.
Em 570 d.C nasceu Maomé em Meca, há 300 quilômetros de Medina. Nessa época, Meca era um centro de adoração a ídolos para os nômades do deserto. Maomé subiu a uma caverna no monte acima de Meca, num local freqüentado por bruxos. Um espírito lhe apareceu, e sua esposa Hadija, para o consolar, disse que o espírito devia ter sido enviado por Deus. “Talvez o mesmo Deus que enviou Moisés para os Judeus, e enviou Jesus Cristo para os cristãos, pudesse estar enviando a mim para os árabes”, raciocinou Maomé. O espírito foi crido como sendo o Anjo Gabriel, enviado com a missão de ditar para ele a revelação, uma vez que era analfabeto.
A partir dessa visão, Maomé se proclamou profeta de Alá para os árabes. Os pagãos questionaram e pediram uma prova: pregue aos judeus para ver se eles o aprovam como profeta. Assim Maomé estava dependendo dos judeus para ganhar credibilidade entre os pagãos árabes. Como parte de sua estratégia, ele então começou a pregar contra a idolatria em Meca despertando a fúria desses mesmos pagãos que começaram a perseguir seus seguidores.
Essa situação provocou sua fuga para Medina, onde os judeus tinham força e poderiam aprová-lo e ficaria a salvo da perseguição, já que era bem recebido nesta cidade.
Quando chegaram a Medina decidiram que se prostrariam três vezes ao dia em direção a Jerusalém para impressionar os judeus. No início, Maomé era uma pessoa afável, antes do encontro com o espírito nas montanhas, por isso os moradores de Medina não suspeitaram de suas intenções. Aos judeus ele disse: “o Deus de vocês me enviou para livrar os pagãos da idolatria. Vocês podem me recomendar a eles dizendo que sou um profeta?” Os judeus pediram a Maomé um milagre que o credenciaria como profeta, mas não havia nenhum que ele pudesse fazer. Então alegou que sabia a Palavra, no Velho Testamento de forma sobrenatural. No Alcorão ele conta 27 vezes a mesma história do Êxodo do povo judeu, omitindo, no entanto, todas as vezes, o sacrifício pascal que é o centro da narrativa. Ao final, para ocupar ambicionada posição de profeta do Islã, matou cerca de 800 judeus quando derrotou o terceiro clã que vivia naquela área. Dessa forma ele tornou-se o profeta da violência, passando a saquear e matar para sustentar sua causa, no que chamou de “guerra santa”.
Se a Igreja estivesse cumprindo sua tarefa de levar Jesus Cristo aos povos, essa larga porta de oportunidade não estaria tão convidativamente aberta para Maomé. Sem oposição ele deu início ao movimento que hoje se alastrou e possui mais de um e meio bilhões de seguidores prontos a impedir qualquer tentativa de detê-los em seus propósitos de conquista.

O Reino Contra Ataca

Don Richardson é um dos preletores do Curso Perspectives do USCWM, um dos grandes centros estratégicos de missões localizado em Pasadena, nos Estados Unidos. Conhecido por ter evangelizado a tribo canibal Sawi, na Indonésia, ele tem trazido conceitos inovadores na prática missionária intercultural.
Uma de suas contribuições é a análise do movimento missionário através do que chamou de as dez eras redentivas. Ele mostra que em período subseqüentes de 400 anos, algo se repete nos trazendo uma lição sobre os propósitos missionários de Deus. A cada vez que um período de 400 anos termina vamos observar que o cristianismo de impôs sobre as demais forças que dominavam as sociedades. Mas o mesmo erro também se repete: os cristãos não saem de seus domínios para evangelizar os demais povos e Deus permite então que esses povos pagãos, necessitados da salvação em Cristo Jesus, venham como invasores, perseguindo e destruindo, para finalmente receber a mensagem que deveria ter sido levada voluntariamente até eles.
Assim aconteceu com a Igreja Primitiva que se estabeleceu em todo o Império Romano após três séculos de perseguição. A religião daqueles que morriam estraçalhados nas arenas e queimados em postes, conquistou o Palácio de Latrão, sede do governo Romano e onde eram planejados os ataques para sua destruição. Este Palácio foi doado pelo próprio Imperador Constantino à Igreja.
Em meio ao nominalismo cristão, conseqüência da estatização da religião, a Grande Comissão ficou mais que nunca esquecida, e vamos assistir então à invasão pelos bárbaros Godos. Esses também foram parcialmente cristianizados, mas não se preocuparam em alcançar seus vizinhos ao norte, os Vickings. Eles mesmos vieram até onde os cristãos se encontravam, mas não de forma amigável. Esses também não resistiram ao poder do Evangelho e em apenas dois séculos foram evangelizados.
No quarto período do ciclo de 400 anos, vamos encontrar a Europa unificada pela fé cristã e pronta a se lançar em direção aos sarracenos, mas não com a Palavra da Verdade e sim através de um cristianismo brutal e militar. Esta foi a época das Cruzadas que duraram 100 anos e deixaram marcas até hoje não apagadas no coração dos muçulmanos. Este foi o período da grande crise espiritual da Igreja e em seguida vamos testemunhar a Reforma Protestante de Martinho Lutero.
A Reforma foi acima de tudo uma vitória política, e embora tenha se redescoberto o conceito da salvação pela fé, não houve preocupação de seus seguidores com a Grande Comissão. Não foi aceita por eles a pregação do Evangelho a todos os povos. Mesmo após 300 anos após a Reforma, os protestantes continuavam pensando que o IDE de Jesus Cristo era algo apenas para seus apóstolos do primeiro século, e não para a Igreja.
O último período convencionou-se chamar de Confins da Terra e começou com os europeus deixando suas pegadas ao redor do mundo através das grandes navegações. Até o ano de 1900 era constrangedor para os protestantes ter que ouvir dos missionários católicos que eram apóstatas, porque não faziam missões. Por vários fatores, a partir dessa data as missões católicas declinaram e finalmente recomeçamos a recuperar o tempo perdido.
Analisando o panorâmico histórico podemos tirar algumas lições preciosas. Se não formos levar as boas-novas, os que precisam ouvir virão até nós de maneira imprevisível. O reino, que está se expandindo, não irá parar por nossa causa, lembra Richardson. Afinal Deus ainda intenta abençoar todas as famílias da terra.
David Botelho* As datas informadas nos títulos são da postagem do documento no site da HAL e não necessariamente de criação do mesmo.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

pornografia cristã

Cristianismo Evangélico Pornô? O que está acontecendo com os crentes?
A igreja de Cristo aceitou o subterfúgio de alguns dos seus “mestres”, de que para ter uma mensagem de vanguarda para o homem do século 21 e continuar sendo ouvida, teria que reciclar alguns dos seus pontos de vista e abandonar outros, a fim de se manter interessante ao homem moderno, alvo de constante movimento. Pensando desta forma a igreja aceitou mudar seu louvor, sua maneira de vestir, seu lazer, sua relação com o dinheiro, sua missiologia e até o sentido de sua existência. Naturalmente seguindo essa linha de raciocínio a igreja fundada por Cristo se prepara agora para mudar seu comportamento íntimo em relação à sexualidade. Uma onda suja vinda diretamente do inferno está se levantando contra a igreja de Cristo no mundo todo e traz na sua crista uma “nova revelação” sobre a sexualidade dos filhos de Deus.
Uma Abordagem Pornográfica Cristã
“A visão sobre pornografia é diretamente influenciada pela nossa posição sobre sexo e sexualidade no que diz respeito ao cristianismo. Dependendo das circunstâncias, o ato sexual pode ser tanto um defraudador do corpo e da alma através da luxúria e das indulgências dos sentidos, ou pode ser uma festa de Deus dado que a sexualidade é a satisfação dos órgãos e dos desejos de ambos os parceiros. De igual modo, a pornografia pode ser ou degradante e pecadora (uma vez que quase sempre o é), ou pode descrever os atos que, quando vistos adequadamente, podem reforçar as relações sexuais e sensuais dos fiéis de Cristo.
Fundamentos “Bíblicos” Eróticos
Considere a Canção de Salomão, um livro da bíblia profundamente sensual e erótico, que descreve em pormenor o lírico e romântico relacionamento sexual entre um noivo e a noiva. Seu diálogo diz respeito a questões espirituais, mas relaciona espiritualidade através de uma relação amorosa física entre marido e mulher. Este é o modelo de pornografia erótica que estamos a propor. Nós acreditamos que nas circunstâncias certas, e dado o conteúdo correto, essa comunicação social adulta tem o potencial para enriquecer a vida sexual dos casais cristãos parceiros.Evidentemente, não há nenhum entretenimento adulto atualmente no mercado que reflita esses valores cristãos. Isso leva-nos a chamada para um novo tipo de pornografia - pornô que defenda a ética cristã. Pornô-Cristocentrico, feito para ser visto pelos cristãos e adaptados às suas necessidades exclusivas. È um grande desafio para a indústria cristã de filme adultos a abordagem verdadeira da fé mediante a produção de pornografia que homens e mulheres de Deus possam ver, sem comprometer as suas relações com o seu Salvador, ou a sua relação com a esposa.
Diretrizes de Filmes Cristãos Pornô
• Deve retratar só casais matrimonialmente ligados em atos sexuais. Isto significa que quaisquer parceiros sexuais, em uma produção pornô cristã devem ser marido e mulher, dentro e fora da tela. Todos os agentes devem ser casados na vida real e retratarem a vida real. E eles só devem ter relações sexuais com seus cônjuges.• Deve retratar o sexo dentro de contexto de um casamento cristão. Devem-se aparentar através das ações, comportamentos e fala dos personagens retratados que são cristãos e que levam um estilo de vida cristã, e tem um casamento no qual sua fé é o ponto principal. Isto pode ser ilustrado em uma variedade de formas, com cenas mostrando por exemplo, um jovem orando em conjunto e estudando a Bíblia e freqüentando a Igreja ou realizando funções na Igreja e outras cenas relativas a um outro casal cristão fazendo sexo fora do seu quarto.• Devem ser instrutivos. Parte da missão da pornografia cristã é o de educar crentes casados em como conseguir mais prazer sexual na intimidade de seus relacionamentos. Isso pode ser muito bem feito através da dramatização de diversas técnicas e posições sexuais, para que jovens possam aprender a incorporá-las em suas rotinas de fazer amor. Nos seus papéis na tela, os atores-crentes devem ser um modelo correto tanto em técnicas como de atitudes sexuais adequadas, portando-se de uma forma respeitosa com os órgãos uns dos outros como um sagrado dom de Deus que eles são.• Não deve haver sexo extraconjugal, a não ser que seja para ilustrar as quedas de adultério. Os casais, em uma produção pornô cristã nunca devem ter relações adúlteras, a menos que seja para demonstrar que eles e seus parceiros sofrem e são punidos pelos seus pecados.• Deve ser inspirador, centrada no reforço do matrimônio cristão e da fé cristã. Pornô cristão deve ter uma mensagem positiva. Evidentemente, a sua mensagem principal seria o de demonstrar o uso sagrado da sexualidade e sensualidade para reforçar os laços do casamento cristão. Mas em todos os outros aspectos, deverá afirmar valores cristãos na comunidade, na família, valores de fé, honestidade, caridade, e assim por diante. O filme deve demonstrar que ter uma vida sexual alegre e que satisfaça o casamento é um dos frutos de seguir o caminho da retidão.• Sem obscenidades. Embora exclamações de prazer sejam aceitáveis, como são os sons naturais nas expressões no ato sexual, Cristianismo pornô não deve conter obscenidades ou juramentos. Os participantes deverão abordar uns aos outros com amor e respeito em todas as ocasiões• A utilização correta do pornô cristãoO principal objetivo da pornografia cristã é permitir que casais cristãos casados possam celebrar melhor a sua sexualidade, a fim de se tornar mais íntimo entre si e desfrutar de uma vida mais íntima com o Senhor. Nós encaramos os casais assistindo estes filmes e vídeos em conjunto, utilizando-os para iniciar um diálogo franco e aberto sobre a sexualidade e as suas próprias relações sexuais e, em seguida, aplicar as técnicas ilustradas nos filmes e incorporá-las em seus próprios atos. “O pornô cristão não se destina a substituir o sexo no casamento, nem o seu objetivo é simplesmente o de despertar o apetite sexual do marido e da mulher mas incentivá-los a usar os seus apetites sexuais com maior efeito”.
O Cristianismo pornô traz a realidade da igreja de Cristo diversas práticas sexuais tidas como sodomitas, tais como ménage a trois (sexo a três), sadomasoquismo, fisting, nudismo só para citar alguns, como sendo um presente de Deus para nossas vidas. Através de uma linguagem extremamente limpa sem palavras xulas, sem os exageros tão comuns neste tipo de abordagem, misturada constantemente a versículos bíblicos este novo engodo do inferno se propõe a ser uma resposta “positiva” de Deus a crentes que se sentem tremendamente afligidos por questões sexuais, e a seduzir outros tantos a experimentar “bênçãos” até então desconhecidas da maioria dos cristãos. Como diz o ditado, “onde passa um boi, passa uma boiada”. Os cristãos liberais que pregavam a adaptação das escrituras aos tempos modernos desejavam mudar apenas uma coisa aqui outra a li e parar por ai. Mas estes pseudo-pensadores cristãos não entendem que toda proposta de releitura da bíblia não pode vir de Deus porque a palavra de Deus é, e sempre será pós-moderna porque vem do alto. Agora, contra a vontade destes mesmos revisionistas bíblicos, usando os mesmos argumentos que eles usaram para forçar mudanças radicais na igreja, estes novos agentes de mudanças estão impondo o homossexualismo e agora a pornografia. O horizonte é longo e o que os nossos “guias-de-cegos” começaram não tem fim. Agora estes homens de “visão” se preparem para receber o fruto de sua visão, ou porque não dizer, cegueira, e receberem em si mesmo as mesmas palavras que outrora eles usaram para calar os irmãos que ousaram lhes resistir: Fariseu, hipócrita, ultrapassado. Precisamos voltar a seguir a Cristo e parar de seguir uns aos outros. Que Deus livre a nós e os nossos filhos do que está por vir. Deus nos abençoe.
Roberto Aguiar
Fonte: www.alittleleaven.com

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

videira

A história da vinha

João 15:1-8
“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.
Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.
Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado.
Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.
Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.
Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.
Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.”

O texto registra um dos últimos contatos de Jesus com seus discípulos, uma das últimas mensagens de Jesus.
Jesus sabia que seu ministério na Terra estava terminando, chegando ao fim; aqui temos um momento único de Jesus com os seus.
Os discípulos estavam se sentindo confusos, cheios de dúvidas, pois acreditavam na libertação terrena e Naquele que veio para libertá-los. Por um momento acharam que não era nada daquilo prometido.
Jesus se levanta, pega uma toalha e começa a lavar os pés dos discípulos, ensinando servidão e humildade, depois ensina sobre o Consolador que viria.
Jesus vai com eles ao Getsêmani, pára entre as vinhas e faz um mini-culto ali, pega na mão um ramo de uma videira e explica.

Aqueles discípulos tinham algo em comum com os cristãos de hoje, Jesus começa a ensinar não só a eles, mas a nós também. Fala ali a um grupo que se sente traído por Deus, homens que estão aparentemente esmagados, que chegaram até ali, e estão com várias dúvidas. Qual a resposta? Como chegamos até aqui? O que será de nosso futuro?
Esta resposta começava a vir com aquilo que Jesus tinha na mão: um ramo de videira.
Ele começa a mensagem dizendo que Ele é a vinha.
Uma vinha é mantida com mais ou menos 80 cm do chão, os agricultores que cuidam, são eles que a ajudam a produzir os frutos.
Nós somos os ramos, e deles vêm os frutos, dos ramos vem tudo que o agricultor espera, ele tem que produzir o máximo de frutos possíveis.
Agora nós precisamos frutificar, se eu digo que sou discípulo e não estou frutificando há algo errado.
A minha missão é glorificar a Deus nas minhas atitudes, em almas trazidas ao pé da cruz, aos frutos do Espírito.

João 15:16
“Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda.”

Você foi designado para dar frutos. Nem todos estão no mesmo nível. Há aqueles que não estão dando frutos nenhum, há aqueles que estão dando poucos frutos, há aqueles que estão dando muitos frutos.
A abundância de Deus representa os frutos em abundância; por que alguns de nós não vemos frutos?
Como eu saio de uma condição de nenhum fruto para a condição de muitos frutos?
Muita gente tem se aterrorizado com esta palavra, pois acham que aquele que não der fruto será cortado e jogado no fogo, porém a tradução no grego para “cortar” é erguer ou levantar.
A nossa tendência assim como a dos ramos é crescer para o chão, para baixo, ficando, então, sufocado pela lama, não conseguindo dar frutos.
Não há maneira de se levantar sem que o agricultor a erga, a levante; ele não tem planos de jogá-la fora. Esta é a causa de todos nós estarmos de pé, assim no futuro estaremos frutificando.
O pecado é como a lama que impede que a luz penetre e não o deixe frutificar, porém o agricultor terá que entrar em ação para não te perder. Deus vai usar de disciplina para com o ramo.

Deuteronômio 8:5
“Sabes, pois, no teu coração que, como um homem castiga a seu filho, assim te castiga o SENHOR teu Deus.”

A disciplina de Deus começa em razão de um pecado que se torna hábito; a disciplina vem em último caso; quando há uma atitude que não está sendo confrontada; a disciplina é dura, trás desânimo.

Hebreus 12:5
“E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, E não desmaies quando por ele fores repreendido;”

Ela vem para os filhos, para aqueles que Ele ama. Deus não se alegra em disciplinar alguém, mas é para o nosso bem, assim como um pai faz para o seu filho, enxergando um futuro.
Mas tem alguém, o inimigo de nossa alma, que quer dizer que Seu Pai está te castigando, introduzindo pensamentos errados sobre Deus em sua cabeça.
Mas Deus está dizendo: Se arrependa, me abraça e volta para o seu lugar.

O pecado pode, muitas vezes, estar presente em nossa vida sem que seja identificado. Pessoas que têm dificuldades de liberar perdão, pessoas que vivem contaminadas, perversões, pecados sexuais, ódios, corações cheios de vingança, entre outros; amam a Deus, mas quando parece que algo vai melhorar, nada acontece, nunca chegam às bênçãos. São pessoas que conhecem suas falhas e conhecem seus problemas, mas estão tão acostumadas com eles que acham que não é problema, e acabam sofrendo e apanhando sem perceberem que são esses problemas que não as deixam chegar à vitória.
Deus olha para esses ramos e diz que você está morrendo.

Por outro lado existem aquelas pessoas, aqueles ramos que dão alguns frutos, mas para que você produza mais frutos, corre o risco de não entender os propósitos de Deus, por que certas coisas acontecem em sua vida, mas é necessário Ele te podar.
O agricultor tem que escolher entre uma folhagem bonita e uma que dê frutos de verdade, muitos galhos a cada ano precisam ser cortados. Se você é alguém que está falando para Deus te dar mais frutos, você tem que ser podado, porém esta poda dói... crescer dói, mas não há outro caminho.
Deus corta coisas da nossa vida que estão dando mais trabalho para do que a obra que Ele tem para nós; temos dado mais tempo para coisas que não são propósitos de Deus, Ele tem que podar.
A poda tem também haver com o pecado, com o “eu”, se retém aquilo que é de Deus para você, se seus testemunhos já não são para Ele, você perdeu a essência, está buscando reconhecimento para si próprio. Temos que saber que não somos nada, toda glória é para Ele, Ele não vai dividir a glória Dele com você.
Se você não entender a diferença entre disciplina e poda, seu relacionamento com Deus está abalado. Você começa a olhar para Deus como um Pai injusto, porém Ele está te podando para passar por este processo, e dar mais frutos no futuro.
A capacidade da vinha crescer aumenta a cada ano, os discípulos sabiam disso, as podas ficariam mais freqüentes, e sem esta intensidade ela começa a enfraquecer, se a poda é constante o resultado é o máximo. A vida daqueles 11 discípulos que permaneceram causou na Terra uma transformação na humanidade; eles viam em cada poda a oportunidade de crescimento, eles sabiam que precisavam daquilo.
Deus quer abrir espaço em sua vida para te dar mais autoridade, bem mais do que você sonhou ou imaginou.
Há um nível que as provas já não são mais nada, elas são proporcionais para um nível mais além.
Conforme as podas vão se tornando mais fortes, as provas acompanham proporcionalmente os resultados.
Você tem que entregar algo de grande valor e tem o direito de dizer não, a dor vem agora, mas o fruto vem depois. Deus está te levando para um lugar de fartura, nenhuma poda dura para sempre, Deus não faz nada sem propósito. poda reorganiza as prioridades do coração, Deus é Deus e quer estar em primeiro lugar em tua vida. Temos que mostrar que Ele continua em primeiro lugar; Deus te pede isso; quer espaço em seu coração.
Tem hora que Ele te pede até os bens que você se apega, tudo é direito de propriedade Dele, tudo o que acontecer está em Suas mãos.
Deus não quer tirar algo de você, mas quer se tornar o Senhor da tua vida, de todos os teus desejos.

Paulo virou mestre em podas.
Filipenses 3:5-8
“Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu;
Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível.
Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo.
E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo,”

Esta poda pode doer mais ou menos, vai depender de você, ela virá, se você der frutos, a poda virá, mas vai depender de como você vai reagir. Isso faz toda diferença.
Você pode murmurar, blasfemar, mas o melhor é glorificar, pois Seu Redentor vive, então, se alegre.
Mantenha os olhos nas uvas e não nas podas ou na dor.
Se sua vida está produzindo bons frutos, então, permaneça neles.

Deus Abençoe,

Ap. Rina

Igreja Evangélica Bola de Neve Rua Turiassu, 734 Perdizes / São Paulo – SPCultos: Domingo 10h, 16h (tradução em Libras) e 19h / Quinta-feira 20h e Sábado 20hPara saber os horários de cultos na sua cidade acesse o site: www.boladeneve.com

terça-feira, 16 de setembro de 2008

olhos abertos´para a fé

13/08/2008 - 09:58 por Gary Gnidovic
Olhos abertos para a fé
Na segunda reportagem da série sobre a China, o enviado especial de Christianity Today fala sobre a ação crescente dos cristãos no Gigante Asiático.

Com pouco mais de uma semana de viagem, eu me sentia supreendentemente confortável num país culturalmente tão diferente e desafiador quanto a China. Já havia aprendido a me comunicar com os motoristas de táxi, a andar de ônibus pelas cidades e – o mais impressionante – estava até conseguindo me virar nos restaurantes com menus escritos em mandarim. Uma noite, enquanto procurava uma igreja oficial, caí num bueiro destampado bem no meio de uma agitada área de compras da cidade de Taiyuan, na Província de Shanxi. Não me feri com gravidade, e quando levantei, sujo e com algumas escoriações, percebi que um grupo de pessoas formara um pequeno círculo ao redor de mim. Enquanto tentava explicar o que havia acontecido e para onde eu me dirigia, fui conduzido até um carro patrulha. O policial com quem falei ofereceu levar-me até a igreja, e assim o fez. Este incidente propiciou-me um vislumbre do rápido crescimento da presença cristã naquele país. Viajei para a China com minha câmera fotográfica buscando ampliar minha compreensão sobre a situação do Cristianismo na mais populosa nação do mundo. E de lá retornei com a sensação de que o Espírito de Deus está movendo-se de uma maneira especial entre aquela gente. Quase todos os cristãos que conheci haviam se convertido nos últimos seis meses. Freqüentei tanto igrejas oficiais, que funcionam com a permissão do governo, quanto congregações domésticas clandestinas. Ao contrário do que freqüentemente somos tentados a pensar, as igrejas registradas não são comunidades apáticas ou subservientes ao governo socialista, mas congregações vibrantes e cheias de vida. Em relação às chamadas clandestinas, parece que a designação “igreja escondida”, pela qual por muito tempo foram conhecidas no Ocidente, já não se aplique hoje em dia. Ao contrário – cada vez mais os crentes têm saído à público e os recém-convertidos tendem a movimentar-se com liberdade entre ambos os grupos.Como reflexo da transformação da economia chinesa, que já se ombreia com a das grandes potências mundiais, a sociedade chinesa está também passando por enormes mudanças. A crescente juventude de classe média está buscando um novo sentido para suas vidas, enquanto que as populações mais maduras anseiam por algo que preencha o vazio deixado pelo abandono das idéias marxistas. Durante a viagem, fiz minha primeira parada numa congregação doméstica em uma grande cidade da China central. Esta igreja havia nascido 15 anos atrás, na sala de estar de uma mulher que chamaremos de Yen. Ela ainda recorda a ligação de seus avós com missionários ingleses. Durante os anos de 1980, o interesse de Yen pela Bíblia cresceu grandemente, fazendo com que ela e sua família começassem uma reunião dominical em seu pequeno apartamento. Rapidamente, o grupo cresceu e, atualmente, Yen e seu marido são os pastores de uma igreja com 800 membros.Nos domingos pela manhã, a congregação reúne-se no bem iluminado saguão de um imponente edifício público. Os encontros começam com cânticos. Eles então oram pelo governo, pedindo a Deus que conduza as autoridades à prática da justiça. No culto em que estive presente, nove dos muitos curiosos que se debruçavam sobre as muretas do andar de cima para observar acabaram se decidindo por Cristo. Após a reunião, os membros da igreja aproveitaram o domingo para visitar pessoas com debilidades físicas e mentais. É uma atividade comum para eles. Alguns dos membros da igreja chegam mesmo a adotar crianças especiais – algo raro e desafiador no contexto da cultura chinesa.