segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

A bussula de ouro



Análise cristã do filme "A Bússola de Ouro"


Por Cinegospel
11 de janeiro de 2008
Antes de você assistir a “A Bússola de Ouro”, é importante saber em que tipo de terreno está pisando. E, no caso, é um terreno de lodo puro. O filme é baseado no primeiro livro da trilogia escrita pelo ateu radical Phillip Pullman. Em uma entrevista em 2001, o escritor afirmou com todas as letras: ”Meus livros são sobre matar Deus”. Crítico ferrenho do cristianismo, fã confesso da série “Harry Potter” e refratário à série cristã ”As Crônicas de Nárnia” (”uma das coisas mais feias e venenosas que já li”), Pullman definiu sua própria trilogia como ”os materiais sombrios”, escrita para ser uma influência atéia oposta a ”Nárnia” e ”O Senhor dos Anéis”. ”Tento destruir os alicerces da fé cristã”, confessou sem pudores Pullman.O filme conta a história de uma menina, Lyra, que viaja a um mundo distante para salvar um amigo. No caminho, encontra criaturas metamorfas, bruxas e uma série de personagens de um universo fantástico. Lyra é acompanhada por um ”daemon”, sua alma em forma de um animal. Ao adaptar “A Bússola de Ouro” para as telas, o diretor Chris Weitz buscou suprimir muitas das referências ateístas e anticristãs da trama, para não perder o dinheiro do ingresso dos crentes. Ele afirmou que o filme não faria, ao contrário do livro, menção direta a Deus ou a religião - dois temas-chave do livro. Como os fãs dos livros reclamaram, Weitz confessou: ”bem, a religião está lá, mas mascarada por eufemismos”. Falaremos mais sobre isso adiante.
Não há dúvidas sobre os aspectos técnicos do longa-metragem. A computação gráfica cria cenários e personagens fantásticos, junto com um figurino de extremo bom gosto. É fácil se deixar encantar por esse visual de fantasia. Os atores - entre eles Nicole Kidman (foto) e o 007 Daniel Craig, repetindo a dobradinha de ”Invasores” - não chegam a impressionar, mas mostram competência em suas atuações. Até mesmo as crianças estão bem em seus papéis. Fora das cenas de ação, a trama é arrastada, chegando à beirado tédio em certos momentos.
O filme é violento. Violento demais para menores de idade - apesar de ser promovido como uma obra voltada para o público infanto-juvenil. Lyra, a heroína da história, tenta matar a própria mãe! Não bastasse isso, muitas cenas são incomodamente explícitas, como a luta entre dois ursos em que um arranca a mandíbula do outro. Muitos personagens são assassinados, há tiroteios, lutas de espada, bruxas flecham seus adversários… é uma festa sangrenta. Bruxas, aliás, são fundamentais na história, bem como demônios. E o inferno é mencionado como um lugar literal.
Sob a capa de beleza, fantasia e aventura, a produção carrega mensagens anti-religiosas, mascaradas por termos aparentemente inocentes. Não se usa, por exemplo, a palavra ”Igreja”, mas sim ”Magisterium”. ”Deus” é chamado de ”a Autoridade”. E, sim, Deus é morto no fim da trama. No mundo criado pela trilogia de Pullman, o Magisterium está ligado a experimentos cruéis com crianças, visando a descobrir a natureza do pecado, além de tentativas de acobertar fatos que prejudicariam sua legitimidade e seu poder.
Lyra, a heroína que as meninas vão querer imitar após ver o filme, não apenas tenta matar a mãe, mas é manipuladora e enganadora. Ao pôr em prática seus esquemas, ela sempre se dá bem - e é aplaudida por isso.
O grande perigo do filme é promover o livro, cujo conteúdo ateu, anticristão e - estava tentando evitar essa palavra para não assustar os leitores que não são cristãos, mas, sinceramente, não dá - diabólico constrói na mente de quem o lê uma imagem irreal de Deus. Assusta pensar nas legiões de crianças e adolescentes que vão correr às livrarias para comprar “A Bússola de Ouro” após ver o filme, do mesmo modo que fizeram com a série ”Harry Potter”. Hoje mesmo passei por uma livraria e vi o livro lá, na prateleira mais próxima da porta, como uma isca à espera do primeiro incauto que, incentivado pelo burburinho em torno do longa-metragem, vai se enredar em suas páginas.
Graças a Deus (literalmente?), “A Bússola de Ouro” foi um fiasco nas bilheterias americanas. No fim de semana de estréia, arrecadou apenas US$ 25,7 milhões em ingressos, enquanto os produtores esperavam faturar entre US$ 30 milhões e US$ 40 milhões. Até 18 de dezembro, o filme, que cusou US$ 180 milhões, faturou apenas US 40 milhões, um fracasso de proporções bíblicas para os padrões americanos.
O Vaticano condenou o filme, dizendo que ele promove a idéia de um mundo frio, sem Deus e caracterizado pela desesperança. Num editorial longo, o jornal do Vaticano l’Osservatore Romano também fez duras críticas a Philip Pullman. Foi a crítica mais dura feita pelo Vaticano a um autor e um filme desde a condenação que fez de “O Código Da Vinci”, em 2005 e 2006. “No mundo de Pullman a esperança simplesmente não existe, porque não existe salvação senão na capacidade pessoal e individualista de controlar a situação e dominar os acontecimentos”, disse o editorial. O jornal do Vaticano disse que os espectadores honestos vão constatar que o filme é “destituído de qualquer emoção em especial, além de uma grande frieza”. Grupos católicos nos EUA pediram o boicote ao filme, e a Liga Católica dos EUA exortou os cristãos a não assistirem ao filme, dizendo que seu objetivo é “prejudicar o cristianismo e promover o ateísmo” entre as crianças.
Pullman criou o universo de “A Bússola de Ouro” para fazer oposição aos mundos de Tolkien e C. S. Lewis. Mas a jornada épica de Lyra a um mundo em que agentes teocráticos seqüestram e torturam crianças é destituída de alegria e de filosofias edificantes, o que cria um abismo entre ”Crônicas de Nárnia” e ”O Senhor dos Anéis” e esta bússola que só aponta para baixo. Apesar de ser vendido como um longa-metragem esplendoroso, mantém-se em trevas, especialmente nas trevas da mentira espiritual.
Fonte: http://cinegospel.wordpress.com/2007/12/27/a-bussola-de-ouro-critica/ SOMOS GUIADOS PELO ESPIRITO SANTO!!!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Herois da FÉ


John Wesley (1703-1791)
Foi um instrumento poderoso nas mãos de Deus para um grande avivamento no século XVIII. Nascido em Epworth, Inglaterra, numa família de dezenove irmãos! Em 1735 foi para a Geórgia como missionário aos índios norte-americanos, não chegando a ministrar aos índios, mas sim aos colonos na Geórgia. Durante uma tempestade na travessia do Oceano Atlântico, Wesley ficou profundamente impressionado com um grupo de morávios a bordo do navio. A fé que tinham diante do risco da morte (o medo de morrer acompanhava Wesley constantemente durante a sua juventude) predispôs Wesley à fé evangélica dos morávios. Retornou à Inglaterra em 1738.
Numa reunião de um grupo morávio na rua Aldersgate, em 24 de maio de 1738, ao escutar uma leitura tirada do prefácio de Lutero ao seu comentário de Romanos, Wesley sentiu seu coração aquecido de modo estranho. Embora os estudiosos discordem entre si quanto à natureza exata dessa experiência, nada dentro de Wesley ficou sem ser tocado pela fé que acabara de receber.Depois de uma viagem rápida para a Alemanha para visitar a povoação moravia de Herrnhut, voltou para a Inglaterra e, juntamente com George Whitefield, começou a pregar a salvação pela fé. Essa “nova doutrina” era considerada redundante pelos sacramentalistas da Igreja Oficial que achavam que as pessoas já eram suficientemente salvas em virtude de seu batismo na infância.Em 1739, John Wesley foi a Bristol, onde surgiu um reavivamento entre os mineiros de carvão em Kingswood. O reavivamento continuou sob a liderança direta dele durante mais de cinqüenta anos. Viajou cerca de 400.000 km, por todas as partes da Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda, pregando cerca de 40.000 sermões. Sua influência se estendeu à América do Norte. O metodismo veio a tornar-se uma denominação após a morte de Wesley.

Jonathan Edwards (1703-1758)

Grande pregador dos EUA, ingressou no ministério em 1726. Seu primeiro pastorado foi em Northampton, Massachusetts, onde serviu até 1750. Foi contemporâneo e atuante num grande despertamento espiritual e tido por alguns como o maior teólogo da América do Norte. Era pregador excelente, com célebres sermões publicados: Deus Glorificado na Dependência do Homem (1731), Uma Luz Divina e Sobrenatural (1733) e o mais famoso, Pecadores nas Mãos de um Deus Irado (1741).
Sobre o sermão mais famoso, baseou-se em Deuteronômio 32:35. Depois de explicar a passagem, acrescentou que nada evitava que os pecadores caíssem no inferno, a não ser a própria vontade de Deus. Afirmou que Deus estava mais encolerizado com alguns dos ouvintes do que com muitas pessoas que já estavam no inferno. Disse que o pecado era como um fogo encerrado dentro do pecador e pronto, com a permissão de Deus, a transformar-se em fornalhas de fogo e enxofre, e que somente a vontade de Deus indignado os guardava da morte instantânea.Continuou, então, aplicando ao texto ao auditório: Aí está o inferno com a boca aberta. Não existe coisa alguma sobre a qual vós vos possais firmar e segurar... há, atualmente, nuvens negras da ira de Deus pairando sobre vossas cabeças, predizendo tempestades espantosas, com grandes trovões. Se não existisse a vontade soberana de Deus, que é a única coisa para evitar o ímpeto do vento até agora, seríeis destruídos e vos tornaríeis como a palha da eira... O Deus que vos segura na mão, sobre o abismo do inferno, mais ou menos como o homem segura uma aranha ou outro inseto nojento sobre o fogo, durante um momento, para deixa-lo cair depois, está sendo provocado ao extremo... Não há que admirar, se alguns de vós com saúde e calmamente sentados aí nos bancos, passarem para lá antes de amanhã...O sermão foi interrompido pelos gemidos dos homens e os gritos das mulheres; quase todos ficaram de pé ou caídos no chão. Durante a noite inteira a cidade de Enfield ficou como uma fortaleza sitiada. Teve início um dos maiores avivamentos dos tempos modernos na Nova Inglaterra.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

missoes na televisao



Minha Esperança mobiliza o Brasil para um avivamento
Da Assessoria de Comunicação5/11/2008 10:10:20

Projeto evangelístico vai ao ar na Band nos dias 6, 7 e 8 de novembro, às 21h
Nos dias 6, 7 e 8 de novembro, a partir das 21h, Minha Esperança, um projeto das igrejas evangélicas do Brasil em parceria com a Associação Evangelística Billy Graham (AEBG), irá ao ar pela Rede Bandeirantes de Televisão.Desde a sua criação em 2002, o projeto foi desenvolvido em mais de 40 países ao redor do mundo e tem conseguido resultados surpreendentes. No Brasil, o objetivo principal do ministério é permitir a cada crente alcançar seus amigos, parentes e vizinhos com o evangelho transformador de Jesus Cristo, por meio de três noites de transmissões televisivas, em horário nobre e em rede nacional. Os programas incluem testemunhos comoventes, em destaque o testemunho do jogador de futebol Kaká, clipes de música cristã brasileira e duas mensagens de forte apelo evangelístico, na primeira noite por Billy Graham, e na segunda, por seu filho Franklin Graham. Na terceira noite será exibido um filme de 90 minutos produzido pela AEBG.Confira a programação completa: Dia 6 de novembro, quinta-feira: Clip musical com cantora Aline Barros / Testemunhos / Mensagem com Dr. Billy Graham. Duração 30 minutos. Dia 7 de novembro, sexta-feira: Clip musical com o cantor Paulo Baruk / Testemunhos / Mensagem com Franklin Graham. Duração de 30 minutos. Dia 8 de novembro, sábado: Filme Compromisso Precioso. Duração de 90 minutos, sem intervalos comerciais.Em preparação para este evento histórico, durante os meses de março, abril e maio, mais de mil coordenadores e colaboradores, de quase todas as denominações brasileiras, se espalharam por todo o país para compartilhar a visão do projeto com pastores e para explicar a cada igreja como participar. Mais de 50 mil igrejas e congregações implementaram o projeto. Para saber mais sobre este evento único acesse: http://www.minhaesperanca.com.br/index.aspx.

Comentários

sábado, 1 de novembro de 2008

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

muito bom o texto

Todos os dias nós saímos de casa objetivando levantar o sustento indispensável para suprir as nossas necessidades. Neste sentido nos assemelhamos muito aos pássaros que todos os dias deixam bem cedo os seus ninhos para encontrar alimento para si e para seus filhotes. Mas há aspectos que nos diferenciam de modo significativo de nossos irmãos alados.
Em primeiro lugar, eles não têm férias ou descanso remunerado. Eles trabalham como um elemento essencial de suas próprias vidas. É parte daquilo que eles entendem como existir. Você já parou para pensar que estes conceitos nasceram no contexto da revolução industrial do século XVIII? Antes disso as pessoas só deixavam de trabalhar um dia por semana (sem férias ou feriadões) e isto por motivos religiosos. Os cristãos paravam no domingo, os judeus no sábado e os mulçumanos na sexta-feira. Nestes dias eles buscavam a Deus, conviviam em família e descansavam seus corpos das labutas do cotidiano.
Mas é preciso que consideremos a respeito da razão das férias e feriadões existirem.Creio que o que justifica isso é o fato de que o trabalho foi conceitualmente transformado em um transtorno, um mal necessário, e deixou de ser aquilo que era desde o início, uma expressão da natureza humana, uma condição de vida. Os nossos amigos passarinhos não “vão trabalhar”, eles apenas “vão existir”, e isto implica em encontrar comida e disputá-la com os de sua espécie e as demais criaturas vivas, todas elas igualmente a procura de alimento, inclusive as que comem pássaros...
Uma segunda diferença tem a ver com os estoques que nós fazemos. Somos seres guardadores, pensamos que poderemos precisar um dia e, por via das dúvidas, estocamos. E fazemos isso com tudo: dinheiro, roupas, sapatos, jóias... O resultado disso é que com o tempo acabamos confundido as nossas reais necessidades, com aquilo que é de fato apenas uma baixa em nossas “reservas estratégicas”, que acabam guindadas à condição de elemento fundamental para uma existência confortável.
Os pássaros, por outro lado, não guardam nada. Nem comida, nem água, nem o material que utilizam para construir seus ninhos. Por que será? É possível que eles não o façam simplesmente porque isto é absolutamente inútil. Em condições normais haverá sempre alimento para sustentá-los e em vindo a seca e a fome o alimento que poderiam estocar não resolveria o problema. Assim, geração após geração, eles aprenderam a tão somente confiar em que a Providência suprirá o que lhes fosse necessário. Nós aprendemos a desconfiar, eles a entregar.Uma última distinção tem a ver com a simplicidade. Jesus disse que deveríamos ser “simples como as pombas e prudentes como as serpentes”. Em que reside a simplicidade dos pássaros se eles são cobertos de penas multicoloridas? Se para fazer a corte muitas espécies eriçam suas penugens e as exibem como se fossem pesados casacos de pele ou delicados e ricos vestidos?
Talvez a resposta esteja no fato de que eles só mostram o que realmente têm ou são. Não há fingimento neles. Há exibição sem exibicionismo. Há plasticidade, sem maquiagem. Lá ninguém faz nada só por status. E por falar nisso, sabe o que é status? “É gastar o dinheiro que você não tem, para comprar aquilo que você não precisa, para impressionar alguém que você não conhece”. Parece ridículo, não? Mas o fato é que nós fazemos isso o tempo todo. E por isso sofremos, nos sentimos fracassados, porque não possuímos o carro que gostaríamos, porque não freqüentamos os restaurantes que sonhamos e porque não moramos naquele apartamento que nos faria “eternamente felizes”.
Contudo os nossos amigos pássaros usam apenas as penas que têm, da melhor maneira que podem. Não se sentem menores por causa da sua cor nem por causa de seus tons. Apenas se emplumam e seguem a diante. Estou certo que seríamos muito mais felizes se, como disse o rabino da Galiléia, “olhássemos as aves do céu”
Rev. Martorelli Dantas
Igreja Episcopal Carismática do Brasil -Paróquia da Reconciliação.




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